quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vem aí: Festival de Inverno de Ouro Branco



Já faz parte da rotina da cidade; Julho é mês de Festival de Inverno. Em sua quinta edição, a Cultura pede passagem e encanta a cidade durante 10 dias. Música, gastronomia, oficinas, teatro, dança e arte vão invadir Ouro Branco a partir de 23 de julho (sábado). Entre as atrações, o destaque do V Festival de Inverno de Ouro Branco vai para os shows de Arnaldo Antunes (31/07), Renato Teixeira (30/07) e Negra Li (29/07). Com o tema Diversidade, os três shows já apontam os caminhos escolhidos para a edição deste ano.

De um lado, o moderno, com Arnaldo Antunes, que traz ritmos dançantes como o twist e a Surf Music e homenageia a Jovem Guarda. Do outro, o tradicional, com o regionalismo de Renato Teixeira e Violeiro do Pantanal (25/07), com João Ormed. O Hip Hop e a influência da música negra de Negra Li, surgem na contramão do Grupo de Violões da Casa de música de Ouro Branco (28/07), que propõe uma incursão pela música erudita.

E assim caminham as atrações do Festival: são temas, estilos e influências ás vezes contraditórios, mas que juntos se complementam e representam toda a diversidade da cultura e da produção artística do Brasil. A abertura acontece no dia 23, sexta-feira, ás 21h na Praça de Eventos, com O Corpo Negro na Dança. O Balé de Rua de Uberlândia apresenta uma nova versão da atração que fez parte do 1º Festival e que encantou a platéia em 2006. O encerramento está previsto para o dia 01 de agosto (domingo). Quem encerra a programação é a Mímulus, companhia de Dança já conhecida da platéia de Ouro Branco. Desde a primeira edição, a companhia participa do evento. Em 2010, o grupo traz Por um Fio.

Depois de acompanhar as atrações, o público vai poder esticar a noite e acompanhar as atividades do Bar do Festival. Montado no "Redondo", na Praça de Eventos, o local vai trazer boa música e muita diversão para o fim de noite de quem acompanhar as atrações do festival. Na programação, samba, viola, MPB, rock e ritmos brasileiros. Os shows estão marcados para às 22h30.

Todas as atrações são gratuitas. O V Festival de Inverno é promovido pela Prefeitura de Ouro Branco; realização da UFSJ e FAUF; patrocínio da Gerdau e apoio da Peugeot Sport Brasil.

Famosos assistem ao Slava's Snowshow



Nessa terça-feira, 13, a trupe do Slava's Snowshow fez uma pré-estreia em São Paulo e contou com a presença de vips, como Negra Li, Caco Barcelos, Luciana Melo, Jairzinho.

Alguns famosos, como Negra Li e Jairzinho, chegaram a levar seus pimpolhos para se divertir no espetáculo de palhaços, que mistura humor, teatro, dança. As apresentações já passaram por mais de 100 cidades do mundo todo e está sendo aclamada pela crítica. É a segunda vez que o grupo de palhaços russos vem ao Brasil, que com elementos simples como água, luzes, teias de aranha de algodão, bolhas, bolas e gelo são capazes de representar toda a magia da época mais fria do ano.

Criada pelo coreógrafo russo Slava Polunin, as apresentações ocorrem em São Paulo, no Citibank Hall, entre os dias 14 e 28 deste mês. E, entre os dias 19 e 23 de agosto, o grupo segue com a turnê para Porto Alegre.



fonte: Revista Caras e Portal Amaury Jr

sábado, 10 de julho de 2010

"Com certeza já penso em aumentar a família"

Depois que deu à luz a Sofia, que hoje está com 10 meses, Negra Li descobriu uma nova vocação: ser mãe. Em conversa com O Fuxico, a cantora revela que gostou tanto da maternidade, que até já pensa em aumentar a família.

"Estou adorando essa vida de mãe, eu acho que sou a mãe mais feliz do mundo, todas falam isso, mas agora eu entendo o porquê. Ser mãe era um sonho e às vezes falo para o meu marido que quando essa fase pequena da Sofia passar, vamos ficar com saudades e .tremos que fazer outro, aumentar a família com certeza”.

Sobre a filhota, a cantora faz o tipo 'mamãe babona' e não poupa elogios à pequena que foi tão esperada.

“Ela foi totalmente planejada e a gente vê isso no olhar dela, no jeito que ela interage com a gente. É uma menina superboazinha, não chora, ela foi muito querida e muito desejada desde antes de eu engravidar.”

fonte: Ofuxico

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Negra Li faria novela com algumas condições

Apesar de estar preparando suas volta aos palcos como cantora, Negra Li não esconde a vontade de atuar também. Prestes a lançar um longa do qual participa, a cantora e atriz não esconde a vontade de atuar em umanovela inteira, mas ela só faria com uma condição.

“Acharia muito legal fazer uma novela inteira, mas agora eu só teria que ter cuidado com algumas cenas. Eu não poderia fazer muitas cenas de beijo, de sexo, porque meu marido é ciumento… Se fosse convidada eu já avisaria logo sobre essa condição.”

A atriz está ansiosa pela estreia de um novo filme no qual faz uma participação e não vê a hora do público assistir.

“O filme 400contraUm vai ser lançado em agosto e já vamos começar a participar de eventos… Não vejo a hora de todo mundo poder assistir ao filme e ver a minha participação nesse grande filme.”

fonte: Brasil TV Notícia

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Negra Li prestigia lançamento de livro do centenário do Corinthians

Muitos corintianos famosos se reuniram para o lançamento do livro oficial que comemora o centenário de um dos times com a maior torcida do País, o Corinthians 100 anos de Paixão. O evento aconteceu na noite desta quarta-feira (30), na Fenac Pinheiros, em São Paulo.

A repórter do Legendários, da Record, Jaque Khury, que se declara corintiana roxa, falou da emoção de ter uma foto sua como torcedora famosa no livro.

"Para mim o Corinthians é um estilo de vida, uma religião, eu amo esse time e é muito emocionante fazer parte deste livro."

A cantora Negra Li também estava presente e revelou que a sua foto grávida, estampada no livro, representa muito mais que uma paixão por um time.

"Eu estou representando meu pai, que morreu em 1999, e ele era corintiano roxo e eu acho que se ele tivesse vivo ele iria ter tanto orgulho. Para mim é uma emoção a mais de estar podendo representar, porque só eu sei o quanto ele gostava. É por ele que eu tenho esse orgulho de ser corintiana."

Outras celebridades como Cacá Rosset, Lívia Andrade, Badaui e Japinha da banda CPM22, também prestigiaram o evento.

Vejam fotos do evento no site do Terceiro Tempo, do Milton Neves: http://terceirotempo.ig.com.br/noticia/Livro_do_Timao_reune_personalidades_em_Sao_Paulo-27667

fonte: O Fuxico

domingo, 27 de junho de 2010

Negra Li adora sentir a adrenalina da montanha-russa

Liliane de Carvalho, mais conhecida como Negra Li, é considerada uma das musas do rap nacional. Nascida na Vila Brasilândia, em São Paulo, a cantora começou a se interessar pela música ainda na infância.

A artista, que em 2006 estrelou o filme de Antônia, gosta de comer em bons restaurantes. "Atualmente tenho duas paixões: um japonês e um francês (risos). O japonês é o restaurante Koban, especialmente o da Granja Viana (eles têm mais duas casas em SP). Tem uma grande variedade de pratos feitos no capricho, o serviço é excelente, a decoração é linda e é pertinho da minha casa, por isso estou sempre por lá. Porém, no ano passado conheci um bistrô francês incrível, também na Granja Viana, chamado Felix Bistro. A cozinha é maravilhosa, mas o que vale mesmo é a área verde que cerca o restaurante. É lindo demais!".

A morena, que já gravou com Caetano Veloso, Nando Reis, Charlie Brown Jr, Belo, Martinho da Vila, Gabriel o Pensador, entre outros, recomenda o bar Dona Flor, em Moema.

"Tem sucos e petiscos deliciosos, comida de boteco, sabe? bolinho de bacalhau, de carne seca, entre outros. Eu não bebo álcool, porém meus amigos dizem que o chopp é excelente. Todos os dias têm atrações, mas eu recomendo ás terças-feiras, a partir das 20h, tem um trio comandado pelos músicos Marcinho Eiras, Khristiano Oliveira e Wandinho Carvalho que toca o melhor da soul music e MPB".

Para dançar, Negra Li curte a boate Heaven, na Rua Augusta. "A noite principal é a quarta-feira comandada pelo DJ Hadji que injeta muito Hip Hop na pista, ritmo predominante na casa. A balada também conta com pockets shows, inclusive eu já cantei lá".

Para quem é apaixonado por adrenalina assim como ela, a rapper indica o parque Hopi Hari, em Vinhedo, São Paulo.

"É o maior parque temático da América Latina e fica a 35 minutos da Capital. Adoro esse tipo de parque, encaro todos os brinquedos, não tenho medo não. Adoro sentir aquela adrenalina na montanha-russa (risos). Não vejo a hora da Sofia crescer mais um pouquinho para eu poder levá-la".


Serviço

Koban
Onde: Avenida São Camilo, 1.530 - Granja Viana - São Paulo
Tel.: (011) 4169-1028
Site: http://www.restaurantekoban.com.br

Felix Bistrô
Onde: Av. José Felix de Oliveira, 555 - Granja Viana
Tel.: (011) 4702-3555 / 4612-2339
Site: http://www.felixbistrot.com.br

Dona Flor
Onde: Rua Canário, 480 São Paulo - SP
Tel.: (011) 3079-4389

Heaven
Onde: Rua Augusta, 3000 - Cerqueira César - São Paulo - SP
Tel.: (011) 3083-3264
Site: www.heavenclub.com.br

Hopi Hari
Onde: Km 72,5 da Rodovia dos Bandeirantes
Site: http://www.hopihari.com.br


fonte: eBand
Redação: Anna Thereza de Almeida

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cubatão recebe o Festival de Juventude –Qual é o seu jeito de mudar o mundo?

Mostrar como o empreendedorismo pode mudar a vida dos jovens e transformá-los em cidadãos é o objetivo do Festival de Juventude – Qual é o seu jeito de mudar o mundo? - que ocorre no próximo domingo, 27, das 13 às 20 horas, no Parque Anilinas (Avenida Nove de Abril, 2.275 – Centro), em Cubatão.

No evento será apresentado os resultados dos empreendimentos socioeconômicos, artísticos e culturais que foram desenvolvidos pelos jovens durante este último ano de atuação do Projeto Geração MudaMundo para um Futuro Ideal. O encontro pretende reunir jovens de 14 a 24 anos, provenientes de diversos bairros da Cidade, entre eles, Cotas, Vila Natal, Vila dos Pescadores, Pilões, Vila Nova, Caíque e Jardim Casqueiro. Um dos destaques do encontro será o show da cantora Negra Li, além das atividades culturais (dança, música, vídeo e grafite), esportivas e debate coordenado pelo Fórum da Juventude e Cubatão.

Entre as mais de 40 iniciativas do projeto serão mostradas no Festival, Eu te Amo, oficinas de culinária e reforço escolar em casas abrigo; A Arte de Aprender, que oferece cursos de artesanato; A Voz Jovem da Comunidade, que empreende valores por meio da comunicação de rádio; Alerta Vermelho, que promove a sensibilização dos moradores sobre a importância da preservação do manguezal; Apoio e Estímulo à Valorização Feminina, que ministra palestras sobre a valorização da mulher e combate a qualquer tipo de violência e, Anjos de Bolsas, que capacita mulheres participantes do “Projeto Valorização da Autoestima Feminina”, com cursos de corte e costura para a geração de renda.

De acordo com a diretora da área de juventude da Ashoka Brasil, Olívia Martin, o objetivo é mostrar que a juventude possui grande potencial em liderar mudanças positivas na sociedade. “Com o programa Geração MudaMundo vemos que a experiência empreendedora aplicada em âmbito social é uma ferramenta transformadora, que oportuniza o desenvolvimento dos projetos de vida dos jovens”.

O Festival é gratuito e realizado pela Ashoka, em parceria com o Instituto Camargo Correa, a CAVO, a Prefeitura de Cubatão, Fábrica da Comunidade – Centro de Formação e Inserção Profissional da Secretaria de Assistência Social. Conta com o apoio do Fórum da Juventude, Escola Técnica Federal de Cubatão (ETEC), das organizações sociais Unidos do Karatê, Grupo Lazer e Cidadania (GLC) e Sociedade de Melhoramentos.

SERVIÇO

Data: 27/06/2010
Horário: das 13 às 20 horas
Local: Parque Anilinas
Avenida Nove de Abril, 2.275- Centro.
Transporte gratuito circulando nos bairros.

Skank lota o Mineirão



Belo Horizonte - Cinquenta mil pessoas acompanharam no sábado (19), em Belo Horizonte, a gravação do projeto Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão. A celebração, que marca 20 anos de carreira do grupo, também foi o último grande evento realizado no estádio – que entra em fase de grandes reformas para a Copa de 2014.

Mas o que mais chama a atenção na produção do CD e DVD/Blu-Ray que revisita o repertório de Samuel Rosa (voz e guitarra), Henrique Portugal (teclados), Haroldo Ferretti (bateria) e Lelo Zaneti (baixo) são as circunstâncias que permitiram a realização do trabalho. O apoio do governo do estado e da prefeitura de BH, por exemplo, foram essenciais – além, é claro, das empresas pa­­trocinadoras.

Em outras palavras: se o Skank conquistou reconhecimento nacional pelo seu som, isso se deve também à política local de valorização dos talentos da terra. Talvez, sem medo de cometer injustiças, aí esteja um dos maiores problemas para explicar a falta de grandes nomes paranaenses em destaque no cenário brasileiro (exceções, nesse caso, não servem como defesa para as autoridades...).

Durante as gravações, Samuel Rosa fez um discurso interessante sobre o tema. “Com o sucesso do Skank, tiramos a muleta de um bando de nego incompetente que culpava vocês (público mineiro) pelo não reconhecimento do trabalho dos músicos daqui”, alfineta.

De fato, nem mesmo a projeção nacional foi capaz de tirar o Skank das suas origens. A ligação da banda com Minas Gerais é intensa. “Belo Horizonte não sai da gente nunca”, fala o vocalista.

Público

Nos bastidores do projeto em comemoração às duas décadas de carreira do Skank, quem roubou a cena foi o público. O coro de 50 mil vozes fez toda a diferença.

A festa era de todos, literalmente. O orgulho pela trajetória do quarteto, de certa forma, estimulava cada espectador presente no Mineirão.

Não é a toa que o Skank foi além das 22 canções selecionadas para a gravação (os fãs montaram o set list em votação aberta no site oficial da banda, que totalizou mais de 400 mil votos). Com a lição de casa feita, a banda repassou dezenas de outros hits que ficaram de fora da seleção oficial.

A plateia, em praticamente três horas de show, não fez por menos. Não perdeu o pique e indicava sempre uma música nova a cada solicitação de Samuel Rosa.

A cantora Negra Li, convidada especial da noite, não escondeu a surpresa diante do “mar de gente” que ocupava o estádio. Ovacionada pelo público, a cantora e Samuel fizeram uma performance – com muito suinge – de “Ainda Gosto Dela”.

Em tempos de Copa do Mundo e apaixonados por “pelada”, o quarteto levantou a plateia com “É Uma Partida de Futebol”. As imagens do jogo contra a Coreia do Norte também invadiram os telões instalados no Mineirão, como uma espécie de aquecimento e corrente positiva para o desafio seguinte, a Costa do Marfim. Pelo visto, os bons fluidos surtiram efeito...

Anote

O especial Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão deve ser exibido no fim de setembro, junto com o lançamento do CD e DVD/Blu-ray.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Skank grava novo trabalho em Mineirão lotado



O Skank gravou na noite deste sábado (19/06/2010) no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG), seu novo trabalho. A assessoria de imprensa do quarteto informou que aproximadamente 50 mil pessoas estiveram presentes. Cada ingresso foi disponibilizado aos presentes mediante doação de um quilo de alimento não perecível.

Intitulado Multishow ao Vivo- Skank No Mineirão, a gravação será disponibilizada nos formatos CD, DVD e Blu-ray e está prevista para chegar às lojas na segunda metade de setembro. É uma parceria do grupo com a Sony Music e o canal a cabo Multishow.

O show teve a participação especial da cantora paulista Negra Li, que cantou com o grupo a música Ainda Gosto Dela. Do repertório de 21 músicas, duas são inéditas, De Repente e Presença.

A produção ficou a cargo de Dudu Marote, que assinou trabalhos anteriores da banda como Calango e Samba Poconé. Imagem e áudio foram captados em alta definição, com direito a 14 câmeras dispostas em locais estratégicos.

sábado, 12 de junho de 2010

Escola Teatro Macunaíma entrega homenagem a Negra Li por seu Destaque na área Musical dentro do meio cultural artístico brasileiro

A cantora Negra Li, participou na noite de quarta-feira(09/06) do evento Macunaíma – Arte e Cultura onde foi homenageada como “Contribuinte da Cultura” em nosso país.

Além da cantora, também estiveram presentes personalidades como: O jogador Neymar (Santos), os cantores: Toni Garrido e Luiz Melodia, o apresentador Geraldo Luís além de outros nomes importantes do cenário nacional.

A homenagem teve cobertura oficial da revista Caras e contou com a presença de veículos de esporte e entretenimento.

De acordo com os organizadores do evento, a “Homenagem Macunaíma – Arte & Cultura” não busca ser reconhecida como uma premiação, mas ser imortalizada como uma honraria aos incentivadores e promotores da cultura de nosso país.

Para a direção da instituição, que é uma referência nacional no meio cultural, a proposta da homenagem é contemplar e incentivar todas as formas de cultura promovendo um grande encontro entre os promotores das artes e reconhecendo a importância de cada um em suas respectivas áreas.


Negra Li, ficou muito feliz e lisonjeada com a premiação.









sexta-feira, 11 de junho de 2010

Negra Li marcou presença na SP Fashion Week 2010





Marca Ecko Unltd abre primeira franquia na america latina com a presenca de Caua Reymond e Negra Li no Morumbi Shopping






A marca Ecko Unltd., a maior marca de urban wear do mercado internacional abriu sua primeira franquia na América Latina. A loja foi inaugurada nesta quarta, 10/06 no Morumbi Shopping, Piso Laser, com a presença de uma lista de convidados estrelados que ficou a cargo do promoter Helinho Calfat.

A franqueda Alessandra Abreu, de tradicional família de Belo Horizonte, recebeu em grande estilo desde políticos como o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, atores, cantores, rappers, roqueiros e muito mais gente bacana.

Marcaram presença : Giovanna Ewbank, a atriz Marissol Ribeiro, Felipe Folgosi, Mariana Hein, Negra Li, Rosane Mulholand, Nill Marcondes com a sua esposa a atriz uruguaia Maria Pose, Leo Maia, Aparecida Petrowsky, Banda Etna, Banda Granada, e os campeões do vôlei Marcelinho e Gustavo.

Hayo Cohen, proprietário da The Brand´s Company, gestora da marca Ecko Unlt. no Brasil está trabalhando na expansão das franquias Ecko Unltd por aqui.

As próximas serão nos shoppings Center Norte e Anália Franco, além de lojas em outros Estados.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Gravadora lança 4ª caixa dos 40 anos de Caetano Veloso



Com acentuado e estratégico retardo, a Universal lança a quarta e última caixa comemorativa dos 40 anos de carreira discográfica de Caetano Veloso, que, com exceção do compacto com "Samba em Paz" e "Cavaleiro" (RCA, 1965), lançou todos os discos por essa gravadora, desde quando era Philips. O último lote de "Quarenta Anos Caetanos", com 11 CDs, cobre o período de 1995 a 2007, com álbuns "Livro", "Noites do Norte", "A Foreign Sound", "Eu Não Peço Desculpa" e "Cê".

Nesse tempo, Caetano, também fez cinco registros de shows - "Fina Estampa ao Vivo", "Prenda Minha", "Omaggio a Federico e Giulietta", "Noites do Norte ao Vivo" e "Cê ao Vivo". A diferença desses para outros do gênero, é que os roteiros de seus shows primam pela precisão e pela coerência e têm sempre boas surpresas em repertório, arranjos e interpretações. Diz o pesquisador Rodrigo Faour, autor dos textos do encarte, que "Prenda Minha" é o recorde de vendas da carreira de Caetano.

Raridades - Em relação a todos esses CDs - já gravados pelo processo digital, ao contrário dos outros da era do LP, remasterizados - não há novidades. Mas vale lembrar que os mais estimulantes são aqueles em que Caetano se associou a músicos e produtores da nova geração. "Eu Não Peço Desculpa" foi produzido por Kassin, e "Cê", com a coprodução de Moreno Veloso, tem a marca do trio Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcello Callado, que continuou com ele em "Zii e Zie", de 2009, não incluído no pacote.

O chamariz da caixa, como das anteriores, é o CD extra, contendo raridades, algumas reais, outras pressupostas. Intitulada "Que De-Lindo" (versão de It?s De Lovely, de Cole Porter), a compilação abre com um dueto com Gal Costa em "A Luz de Tieta", samba-reggae do longa-metragem "Tieta", de Cacá Diegues, e tem outro tema feito para cinema, "Ó Paí, ó" (com Jauperi). Há também a rara "Machado de Xangô" e encontros com Margareth Menezes, Olodum, Alcione, Negra Li, Riachão, João Donato, Maria Bethânia e Flávio Venturini. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A cantora Negra Li embala a segunda



Liliane de Carvalho, 30 anos, mais conhecida como Negra Li, sobe ao palco do Tom Jazz para única apresentação. Nascida na Vila Brasilândia (zona norte de SP), ela descobriu sua voz ainda pequena, cantando na igreja que frequentava com a mãe.

Nesta noite, Negra Li faz uma retrospectiva de seus principais sucessos. "A plateia será convidada a fazer um breve tour pela minha carreira, passando um pouquinho pelo hip-hop e pelas referências da minha adolescência, quando eu tentava imitar os vocais impecáveis de Lauryn Hill", conta ela, que relembrará hits como "Você Vai Estar na Minha".

A artista também prepara seu terceiro CD. "O disco reunirá os principais duetos da minha trajetória. E olha que a lista de parceiros é de peso: Caetano Veloso, Nando Reis, Skank, D'Black, Charlie Brown Jr e Pitty", enumera.

Negra Li Hoje, às 22h. No Tom Jazz (av. Angélica, 2.331, Higienópolis, tel. 0/xx/11 3255-0084). R$ 30. 18 anos.

por Thatiana Mendes do Agora.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Negra Li no Rey Castro SBC



Em 27 de maio, a banda Serial Funkers recebe a cantora Negra Li para agitar a noite Soul Sessions Live – quintas-feiras com o melhor do soul, r&b e disco funk –, do Rey Castro Latin Bar & Restaurant, em São Bernardo do Campo.

Dona de sucessos como “Você Vai Estar na Minha” e com dois CDs gravados – “Guerreiro, Guerreira”, ao lado do rapper Helião, e “Negra Livre”, solo –, a cantora Negra Li traz na bagagem profissional desde o hip-hop, da época do trio de rap RZO, o r&b, das referências da adolescência, quando ouvia e tentava imitar os vocais impecáveis de Lauryn Hill e Mary J. Blige, até a bossa nova – paixão adquirida na escola de música.

Na estrada desde 2006, a banda Serial Funkers foi criada com o intuito de retratar o soul e funk norte-americano, com referências como Michael Jackson e Stevie Wonder, mas logo inseriu o gingado brasileiro no repertório.

Entre clássicos como “Killing Me Softly” (The Fugees) e “Imunização Racional” (Tim Maia), o resultado é a parceria entre duas vozes poderosas e marcantes, com Régis Paulino e Negra Li, que também embala sucessos próprios como “Você Vai Estar na Minha”, em meio aos grooves contagiantes de Luciano Ribeiro (baixo), as batidas de Luguta Bellintani (bateria) e os solos de Menno Amaral (guitarra) e Raphael Dantop (teclados).

O Rey Castro Latin Bar & Restaurant, em São Bernardo do Campo, está localizado na avenida Antártico, 90, no bairro Jardim do Mar – próximo à avenida Kennedy e com acesso fácil pela rodovia Anchieta. O site: www.reycastro.com.br.

Data: 27.5.2010
Entrada: R$20 a R$55
Pagamento: cheque / todos os cartões
Estacionamento com manobrista: R$13
Horário do show: 23h30
Capacidade de público: 300 pessoas
Reservas: de segunda a sexta-feira até às 18h / sábado das 12h às 18h (reservas válidas até às 21h30)
Acesso para deficientes físicos
Área externa para fumantes

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Negra Li agitou a Virada Cultural Paulista








Com shows da cantora de Black Music Negra Li e do rock da banda Cachorro Grande, terminaram as atrações da Virada Cultural em São Bernardo, às 19h deste domingo (23/05), no Paço Municipal. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Cultura, que organizou os eventos em parceria com a Prefeitura de São Bernardo, cerca de 1,5 milhão de pessoas passaram pelas apresentações nas 30 cidades em que foi realizada a Virada no Estado. O público total por município será apresentado pela Secretaria de Cultura nesta segunda-feira (24/05).

No começo da tarde, sem público grande, a cantora Negra Li mostrou, às 14h30, porque é conhecida como diva da black music, inclusive falou sobre o assunto ainda no ônibus da banda: "Fico lisonjeada com o título, que demonstra carinho".

Houve gente que chegou bem cedo para ver a cantora. Esse foi o caso da doméstica Maria José da Silva, de São Bernardo, que já estava próxima ao palco às 13h10. "Eu assisti a Negra Li na televisão e achei muito legal. Por isso, estou aqui debaixo de chuva. Quero vê-la pessoalmente", disse. Mas, pouco antes do show, não havia garoa. O sol apareceu e amenizou o frio.

A abertura do show no Paço ficou por conta do marido, o guitarrista Junior Dread, que também entoou a música Billie Jean, popularizada na voz de Michael Jackson. Espetáculo a parte foi o trabalho das bailarinas, que mostraram passos consagrados pelo Rei do Pop. A saideira foi o sucesso Você Vai Estar na Minha.


“É com muita emoção que me apresento em São Bernardo. Principalmente em show na Virada, que possibilita a todos participarem de eventos em um espaço aberto”, garantiu Negra Li após o show.

Esta é a terceira vez que São Bernardo recebe a Virada Cultural. Os shows e apresentações artísticas foram realizados das 18h de sábado até o final da tarde deste domingo. Ao todo, foram 33 apresentações. Também passaram pelo palco do Paço as bandas de Rock Raimundos e Necromancia. O evento também contou com peças teatrais e recitais no teatro Elis Regina.

“Ontem eu vim no Raimundos e agora estou curtindo a Negra Li. Quero encerrar bacana com Cachorro Grande. Acho que mais eventos assim, de graça, poderiam ser realizados no ABCD”, conta Renata Caldas, 17, enquanto assistia a shows de rap no Paço.

Na madrugada de domingo, a cantora Negra Li também contagiou o público com a sua apresentação na Praça Coronel Salles em São Carlos.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Negra Li começa a rodar novo longa metragem

Negra Li prepara-se para estrelar o filme “O Poderoso Arco-Íris”, de Ayon Ayran, 57 anos, que começa a ser rodado na próxima semana.
Negra será Marlucia Christie, uma jornalista cuja vida se entrelaça com as demais da trama. O marido de Negra, Junior Dread, também está na fita. Ayon, que também é o roteirista, vai aproveitar a parada gay de junho, na Paulista, para fazer algumas imagens e ainda acrescenta que o filme não terá nada de sexo explícito.
Segundo ele, “O Poderoso Arco-Íris” vai misturar histórias de gays, lésbicas, héteros, simpatizantes, com direito até a serial killer homofóbico. De deixar Almodóvar arrepiado.
“Vai ter até humor em tudo isso”, promete Ayon, que quer o filme pronto até o final do ano.
Entre os 40 atores está Nina Dias, a dançarina de pole dance do programa “Solitários”, do SBT. Ela fará uma apresentadora de TV, Renata Fontes, que pega o marido na cama com… outro homem. Ou seja, nada do outro mundo, não é mesmo? Boa sorte !!!

domingo, 2 de maio de 2010

A Negra Li é Nossa !



A paulistana de jeito calmo e olhar sereno é fera quando se trata de passar a mensagem por meio do hip-hop. Compositora, cantora e atriz, ela vive agora um dos melhores papéis na vida: ser mãe.

Nascida na Vila Brasilândia, um dos bairros mais violentos da zona norte, Liliane de Carvalho galgou com cuidado os degraus que a levaram ao sucesso no hip-hop. Vem de menina o dom de traduzir em palavras o pensamento e a indignação, e tem o olhar cada vez mais vivo para o mundo que a cerca. Neste bate-papo com a REVISTA CIRCUITO, ela fala da maternidade, da referência materna e da música – sua paixão.

Como você descobriu a Granja Viana?
Negra Li – Na verdade, vim mudando de bairro até chegar à Granja. Sou da zona norte, da Vila Brasilândia e, em 2006, decidi morar sozinha. Vivi em um apartamento no Peri Peri e gostei da vizinhança. Depois, fui para uma casa no Butantã. Mas, quando fui procurar um lugar para comprar, descobri a Granja! Aqui tinha o valor que eu poderia pagar. Não teria condições de morar em uma casa como esta em São Paulo, seria muito mais caro. Além disso, aqui tenho qualidade de vida! Eu procurei sossego. Na casa onde eu morava, às vezes, dava até medo. De madrugada, pessoas passavam por lá com o som superalto para chamar a minha atenção, tocando música que eu cantava.

Era um assédio, então?
Negra Li – Era sim. As crianças passavam na rua e gritavam meu nome. Às vezes, eu estava ensaiando e eles queriam que eu fosse até o portão. Mas as crianças eram o de menos. O problema eram os grandões, de madrugada, chamando a minha atenção. Confesso que isso me dava um pouco de medo, atrapalhava meu sono... isso porque uma hora pode ser só brincadeira, mas noutra pode ser sério. Então, decidi que precisava de um lugar tranquilo.

E você encontrou aqui o que procurava? Você consegue curtir a Granja?
Negra Li – Aqui na Granja é bem mais tranquilo. Você fi ca conhecendo as pessoas, como o moço do coco, aonde vou às vezes comprar água de coco. Ou os frentistas do posto de gasolina, com quem a gente fez amizade. Vou ao mercado, ao centrinho da Granja, faço tudo.



E sua filha, Sofia, está com quantos meses?
Negra Li – Ela tem 7 meses. A Granja Viana foi o melhor lugar para tê-la. Ela é uma granjeirinha (risos). Vivo falando para ela:
“Olha, você tem de agradecer a Deus!” Sofia nasceu quando eu tinha 29 anos (ela completa 31 de setembro). Para você ter uma ideia, com essa idade minha mãe já estava na quinta gestação. Sou a mais nova de cinco filhos dela.

E como foi a maternidade para você? Você sempre quis ter filhos?
Negra Li – Eu sempre quis ser mãe, e esperei o momento certo. A Sofi a foi planejada. Não tirei um tempo da vida profi ssional para ficar com minha filha, mas as coisas foram se encaixando. Tudo foi acontecendo para que desse certo. Trabalhei muito quando ela era novinha. A partir de 2 meses, ela já viajava comigo de avião, com a permissão da médica. Ela liberou por achar superimportante que Sofi a fosse alimentada com o leite materno. Então eu a levo comigo para o show para amamentar. Até os 6 meses, foi só leite. A partir daí, comecei a introduzir a papinha.

Você esteve na Alemanha, há pouco tempo, para a estreia do filme Antonia (dirigido por Tata Amaral). Sua filha foi com você?
Negra Li – Ela e meu marido foram juntos. Tiramos o passaporte dela e a levamos. Quando ela voltou, por causa da mudança do tempo, pegou um vírus. Mas, graças a Deus, já está recuperada.

Você canta muito para ela?
Negra Li – Ah, claro! Em todos os momentos tem muita música. O pai dela, principalmente. A cada hora tem uma canção. Ele está sempre inventando, fazendo rima. Ela é, com certeza, uma fonte de inspiração.

Fale um pouco sobre sua trajetória. Você levou um tempo para gravar, mesmo recebendo convites, escolheu o que seria melhor. Você sempre foi assim, madura?
Negra Li – Nossa, madura até demais! Quando eu tinha 20 e poucos anos, uma gravadora queria me dar 200 mil reais para gravar. Eu tinha só 22, 23 anos. Que menina, nessa idade, não quer um dinheiro desses?! (risos). Quem iria falar não para uma coisa dessas? E eu disse não! Eu tinha a cabeça um pouco fechada. O movimento hip-hop tinha aquela coisa de revolta com o sistema, com tudo... com a política, com a diferença social. Então, nós somos mais carrancudos. Hoje em dia, menos até. O hip-hop no Brasil já fi cou um pouco mais forte, fala de amor, de outras coisas. Mas, de fato, quando eu entrei, em 1996, era muito sério, sempre falando de assuntos sérios: violência, dificuldades. A Xuxa me chamou para ir ao programa dela, o Planeta Xuxa, e eu recusei. Tinha medo do novo. Até então, eu só vivia naquele meio do rap, naqueles shows. E também tinha medo dos comentários das pessoas, do público do rap. Eles poderiam falar que eu estava vendida. Quando ela me chamou, era para ir com (a banda) Charlie Brown Jr. E pensei: “Poxa, vou lá cantar rock?” Eu estava com muito medo das críticas, do que iam pensar, falar. Acho que, nessa época, o “não” era mais pela ignorância de não saber exatamente o porquê de não aceitar. Mas agora não, de uns tempos para cá eu escolho realmente o que é melhor para mim.

De onde veio o apelido Negra Li?
Negra Li – No hip-hop é comum ter esse tipo de nome, como uma afirmação do negro. No Rio de Janeiro, por exemplo, tem a Nega Gizza. Então, como meu nome é Liliane, ficou Negra Li.




E quem são seus ídolos na vida e na música?
Negra Li – O pessoal fala que é clichê, mas o meu maior ídolo é minha mãe. Ela sempre foi uma pessoa que me inspirou muito. Ela sempre foi uma guerreira. Eu sempre a vi batalhando, nos alimentando, era ela que colocava dinheiro em casa. Meu pai, que faleceu em 99, era dono de um bar. Ele tinha um bar que ficava no quintal da nossa casa, na Vila Brasilândia. Mas quem botava a grana em casa, sustentava a família, era a minha mãe, a dona Neusa. Além dela, na música gosto muito do Bob Marley, uma referência muito bacana, pelas mensagens das canções. E da Lauryn Hill. Eu dei uma pesquisada, e parece que ela deu uma sumida. Ela se revoltou contra o sistema. No mundo da música a gente sabe que tem muita coisa, o dinheiro corrompe as pessoas. Quem está pela música, pela arte, pela mensagem que quer passar e acredita em Deus, acaba se revoltando mesmo com essas coisas. Eu ainda não tenho condições de me revoltar (risos). Eu ainda tenho de saber levar!

E como sua mãe vê sua carreira?
Negra Li – Ah, ela adora! Desde o início, ela é minha fã número 1. Minha mãe sempre gostou. Meu pai achava que não ia dar em nada...

Do que você se arrepende de não ter feito nesses anos de carreira?
Negra Li – A proposta da gravadora. Não pelo dinheiro... mas penso que, se tivesse feito, de repente teria mais discos lançados, uma história maior, um espaço melhor.

Como você define seu momento de carreira hoje?
Negra Li – Estou superamadurecida. Sou eu quem decide tudo, eu me sinto livre! Meu CD, Negra Livre, não foi à toa. Veio como título da música do Nando Reis, só que eu realmente me sinto livre. Não tenho mais aquele medo do que vão falar de mim! Livre é o jeito que me sinto hoje, satisfeita com minhas coisas. Fiz um contrato mais ou menos do jeito que eu quero, estou livre para fazer minhas coisas do jeito que eu quero, do jeito que eu gosto. Trabalho com quem eu quero e confio. Nesta época estou assim, dona do meu nariz!

E na vida pessoal, como define este momento?
Negra Li – Minha vida pessoal é um sonho, porque sempre quis construir uma família, e estou começando isso agora. É muito gostoso poder curtir minha fi lha, meu marido, ter minha casa... é muito gostoso, nos fins de semana, ir visitar a vovó, viver esse sonho que todo mundo quer. E como é sua rotina? Você consegue estabelecer horários? Negra Li – Consigo, ainda mais agora com a Sofi a! Aliás, o que não me falta é rotina. Bom, no meu trabalho é impossível ter rotina, mas na vida pessoal, sim. Por causa da minha fi lha, tudo mudou, tem horários. Quase não durmo direito por causa dos shows e, muitas vezes, chego de madrugada. Mas quando ela desperta, às 6 da manhã, e quer mamar, eu acordo para amamentá-la. Durante a semana conto com a ajuda de uma pessoa, mas nos fi ns de semana não. Acordo todos os dias com ela, desço e faço a papinha, para quando ela quiser almoçar já estar pronta. Sofia tem o horário certinho de almoçar, tem o dia da natação...

E você pensa em ter outros filhos?
Negra Li – Com certeza, pelo menos mais um! Eu penso em quanto adoro ter irmãos, e que minha filha também vai gostar.



Fale um pouquinho do seu marido, o Junior Dread. Como rola essa parceria?
Negra Li – É muito bacana, pois ele é músico também. A gente se ajuda para escrever música e nas opiniões sobre o trabalho um do outro. A gente sempre pede “ouve aí, ta legal?”. Ele canta nos meus shows, toca guitarra e violão.

Você tem, na família, outras pessoas ligadas à música?
Negra Li – O meu irmão Gilson é ligado ao samba. Ele é produtor, trabalha com cinema, propaganda e já chegou a fazer parte de um grupo que quase se tornou famoso (risos). Ele participou de uma competição musical e acabou indo para a final. A decisão ficou entre o grupo do meu irmão e o Katinguelê, que ganhou. Acho que o nome do grupo do Gilson era Caxambu. Mas meus irmãos me inspiraram. Um irmão que não tinha nada a ver com a música, mas era o único que tinha dinheiro para comprar CDs, foi quem levou para casa Racionais MC, por isso eu comecei a ouvir, graças ao meu irmão que não é da música, mas que trabalhava como office-boy e me trazia as novidades.

E como é o processo de composição das letras?
Negra Li – Depende da época. Comigo é assim: chega um período em que vem muita inspiração, escrevo muito, faço várias músicas. Começo com o refrão e depois sigo em frente. Depois chega uma época em que para, dá um tempo. E eu sou assim: se eu não gostar, vai ser jogado fora. Então, tudo o que escrevo eu uso, a não ser músicas que fiz quando tinha 12 anos. Componho desde muito nova. Na verdade, comecei com as redações na escola. Minhas redações eram muito elogiadas. E daí eu vi que tinha o dom de escrever letras. Eu faço uma coisa para gostar: vou rabiscando até chegar às palavras certas. Isso envolve muito trabalho. Música que vem com inspiração, nossa! Se eu pudesse, faria todos os dias! Tem uma música que eu canto que se chama Tão Bom pra Mim, que eu fiz na casa de uma amiga, que há pouco tempo faleceu. Olhando pela janelinha da casa dela, comecei a fazer toda a descrição... “Quando olho pro céu e vejo a imensidão do azul, me banho com a luz, eu sinto a brisa suave da manhã...”

E a Granja Viana, inspira você?
Negra Li – Já compus aqui, sim, mas não muito, pois faz pouco tempo que me mudei. Na última leva de composição que veio, ainda estava na outra casa.

Você tem noção da importância da sua imagem para as adolescentes negras do Brasil?
Negra Li – Eu não tinha. Na verdade, só fui ter noção desse peso quando alisei os cabelos. Muitas pessoas reclamaram. Foi aí que comecei a perceber. Eu não sabia que usar o cabelo black power, porque acho lindo, era tão importante. Eu não usava o cabelo black como forma de reafirmação, porque sou negra, e sim porque sempre achei bonito. Mas, quando eu quis mudar... quer dizer, na verdade, não foi nem porque eu queria mudar, foi um relaxamento que fiz e não deu muito certo (risos). Então o melhor foi alisar de vez. Foi aí que vi o peso e até entendi a revolta delas, porque não tem muitas cantoras assim, com cabelo natural. Comecei a ver e constatei que, realmente, são poucas. Beyoncé tem cabelo alisado, fulana tem cabelo liso...

O Brasil conhece pouco a periferia?
Negra Li – O Brasil conhece muito a periferia quando tem violência, assassinato e bandido. Ou só mostram uma coisa legal quando tem uma ação social e passam a imagem de coitadinhos. A periferia tem muito a ensinar, tem povo feliz e gente bonita.

Qual você considera que seja a maior lição que a periferia tem a ensinar?
Negra Li – Que dinheiro não traz felicidade! Você vê criança se banhando com mangueira, jogando futebol na subida, em rua cheia de pedra... elas sabem se divertir com aquilo.

Sua família ainda mora na Vila Brasilândia?
Negra Li – Ainda mora. Minha mãe ainda vive no mesmo lugar onde eu morava. Sempre vou lá. Brasilândia está na minha rota, já está salvo no GPS (risos).

O meio do rap e do hip-hop é machista?
Negra Li – Acho que não só o hiphop. O mundo é machista pra caramba! E vendo como são as coisas agora, acho que está melhorando. Minha mãe conta que meu pai não a ajudava em nada, não trocava as crianças... ele trabalhava fora. E hoje vejo meu marido fazer tudo. O trabalho dele também contribui, pois tem um tempo mais flexível, não tem aquilo de horário certinho todo dia.

E como foi sua experiência na televisão, ao fazer a minissérie Antonia.
Negra Li – Foi muito legal, uma das coisas que marcaram minha carreira! Sempre quis atuar, sempre gostei muito. E ter feito um seriado como protagonista, negra, foi muito bom. Eu achei que tinha várias coisas que iam contra (o sucesso da série), pois era na sexta-feira, 23 horas, ou seja, bem no horário em que as pessoas iam curtir a balada, após a semana de trabalho. Mas, mesmo assim, foi um sucesso! Conseguimos tornar o seriado superconhecido.

E como foi participar do lançamento do filme na Alemanha?
Negra Li – Foi muito bacana! Havia muitos brasileiros lá. Tinha gente que achava que existia mesmo o grupo, que aquilo tudo era verdade. Isso foi muito legal. Foi um trabalho que mexeu muito com a emoção. Fiz oficina de preparação de ator com o Sérgio Pena, que fez a gente buscar emoções novas. A gravação do filme durou quase um ano. Essa preparação de ator é uma coisa louca, tem horas que você não entende por que está empurrando parede, ou empurrando e pulando as pessoas. Mas você se solta, faz o que não costuma fazer... solta sua mente e a abre para uma coisa que tudo pode, algo bem de ator. Depois de Antonia, tive uma oportunidade de fazer uma participação no 400 contra 1 (filme de Caco Souza que conta a história do Comando Vermelho), que vai estrear no mês de agosto. Não vejo a hora! Estou supercuriosa, pois ainda não vi nada. Fiz uma coisa bem parecida com a Preta (de Antonia), minha personagem era bem serena, tranquila. Acho que levo muito de mim para o personagem.

Você tem religião?
Negra Li – Sou evangélica, mas não quero divulgar a igreja, não importa a placa. O que importa é o que está dentro. Sou evangélica desde criança. Minha mãe sempre foi religiosa. Tanto que fui aprender a ser vaidosa muito mais tarde. A gente aprende a ser vaidosa com a mãe, né? Desde pequena, a criança quer ver a maquiagem da mãe, os batons da mãe, essas coisas. Mas comigo foi bem diferente. Cresci com minha mãe de saia comprida, sem maquiagem. Ela é uma mulher superserena, que perdoa as pessoas, que acredita em Deus, que quer fazer o bem. Também me preocupo em levar a religião na prática.

E qual é o próximo projeto de Negra Li?
Negra Li – Vou fazer um filme independente chamado Poderoso Arco-Íris, no qual vou ser a protagonista, no papel de uma jornalista que investiga um serial killer homofóbico. O projeto é de Ayom Ayram. Farei aula de dublê, pois a academia Águias de Fogo também participa. O filme envolve ação, suspense, então vou ter uma preparação física enorme. Vai ter muita briga, muita ação. Eu faço exercícios físicos na Academia Fórmula. Não tenho nutricionista nem personal trainer, porque é muito caro! Mas tenho ótimos professores na academia. Voltei agora a fazer exercícios, estava afastada devido à gestação. Amamentar me fez perder muitos dos 18 quilos que ganhei na gravidez. Quase não tenho restrições alimentares, mas evito refrigerante. Não é uma coisa sofrida, não tomo porque dá gastrite, celulite. Mas não fico sofrendo com dietas, com nada. Os shows são muito cansativos e quase não dá para recuperar o fato de não dormir direito de madrugada.


fonte: Revista Circuito
http://www.revistacircuito.com/

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Cabelo: Quanto mais cheio, melhor

Nos anos 70, o black power carapinha e redondo, adotado pela ativista negra Angela Davis, era componente forte de sua personalidade e tinha uma conotação mais política do que estética. Da militância negra para o pop, o cabelo armado coroou os irmãos do grupo musical Jackson Five e, hoje, modelos, atrizes e cantoras resgatam o look, como a atriz Halle Berry, a cantora Macy Gray (atualmente com o cabelo liso e curtinho) e a baixista acústica Esperanza Sparling. Por aqui, só para citar alguns exemplos, as cantoras Elza Soares e Negra Li lançam moda e desfilam cheias de charme com seus blacks.

Basta dar um giro pelo Google para conferir os looks da cantora Negra Li. Já usou tranças, depois, em 2007, desfilou irreconhecível com cabelos longos e ondulados - como as cantoras norte-americanas do hip-hop - e nos dias atuais investe no black power. "Gosto de variar. Quando alisei e tingi de mel, curti muito. O liso é o desejo de muitas mulheres, negras ou brancas."

Mas engana-se quem pensa que o black power, a cargo do profissional Wagner Moraes, não dá trabalho: "Além do corte, que deve ser feito de maneira certa, é preciso alguns cuidados. Como meus cabelos são muito finos e os fios se quebram com facilidade, lavo duas vezes por semana. Uso um creme sem enxágue e passo um gel, que o deixa jeitoso por até dois dias." Para enfeitar e variar o penteado, a cantora usa e abusa dos grampos.

Conciliar vida pessoal e a imagem profissional é um desafio para quem trabalha na frente das câmeras, como lembra Adriana Couto, uma das apresentadoras do Jornal da Cultura. Com olhos grandes, sorriso largo e um black bem comportado, em tons de caramelo claro, conta que já experimentou vários looks. Avessa a patrulhamentos, lembra que o cabelo étnico alisado - por vezes alvo de críticas - nada mais é do que uma conquista da mulher negra: "Quero ter a liberdade de escolher o liso ou o crespo!", comenta, apontando o leque de possibilidades que a estética moderna oferece nos salões e prateleiras.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Negra Li é principal atração da Virada Cultural em São Carlos

Em 2010, a Virada Cultural Paulista será realizada nos dias 22 e 23 de maio em 21 cidades. Em São Carlos, a cantora paulistana Negra Li é o principal destaque da programação. A diva dos gêneros black, soul e rap esquenta o palco externo, com show à meia-noite do sábado, dia 22. No mesmo local, a banda Móveis Coloniais de Acaju, sensação do circuito independente e universitário se apresenta às 14h do domingo.

O palco externo também receberá no sábado, dia 22, a banda Vanguart às 19h30. A programação segue com The Dead Rocks às 21h e Matéria Rima às 22h30. No Teatro Municipal, o Café Tango toca às 22h30.

Já no domingo, dia 23, o grupo Sambô se apresenta às 15h30 seguido por Anelis Assumpção às 16h30 no palco externo; no Teatro Municipal a música ao vivo será com a banda Blues The Ville, às 0h30.

Todas as apresentações são gratuitas. A lista completa de atrações no Interior está disponível no site da Secretaria Estadual da Cultura, o www.cultura.sp.gov.br.

domingo, 25 de abril de 2010

Estudante de Piracicaba é a Miss São Paulo 2010



A estudante de teatro e modelo Karla Mandro, de 24 anos, foi eleita a Miss São Paulo 2010 em cerimônia realizada neste sábado (24) no Memorial da América Latina, em São Paulo. Ela recebeu a faixa das mãos de Silvia Novais, a Miss São Paulo do ano passado.

A vencedora levou um carro Fox Okm e vai concorrer ao Miss Brasil 2010, no dia 9 de maio. A segunda colocada, a Miss Artur Nogueira (Edvania Araújo) ganhou uma viagem para Buenos Aires e a terceira colocada, a Miss Lorena (Giseli Finoti) uma viagem para Salvador, todas com direito a acompanhante.

A cerimônia começou às 22h em ponto, com apresentação de Otávio Mesquita (de A Noite é uma Criança e Poker das Estrelas) e transmissão da Band.

As 40 candidatas abriram a festa com um desfile de maiô preto. Na sequência foram exibidos clipes de apresentação das misses e reportagens sobre o cotidiano das concorrentes, entre elas uma visita a um clube de salsa e a uma exposição fotográfica.

As candidatas foram avaliadas por um grupo de 11 jurados: a ex-dançarina Sheila Carvalho, o hair stylist Mauro Freire, a professora de boas maneiras Virginia Gargiulo, a personal stylist Malena Russo, o designer de sapatos Fernando Pires, a ex-modelo Lara Gerin, a dermatologista Jardis Volpe, a ex-miss Brasil Deise Nunes, diretor executivo do Concurso Miss Brasil Boanerges Gaeta Jr., a nutóloga Márcia Frankevicius e a apresentadora da Band Patrícia Maldonado.

Negra Li no Miss SP




Os cantores Negra Li e D´Black irão fazer uma apresentação especial na noite deste sábado, dia 24, durante o concurso Miss São Paulo.

A dupla, que irá cantar o sucesso "Um Minuto", conversou com o eBand nos bastidores do evento.

D´Black mostrou-se entusiasmado em participar de uma programação repleta de meninas lindas. Sobre uma suposta favorita, preferiu ser elegante, dizendo que escolher uma seria injustiça com as demais.

Já Negra Li confessou que adora esses eventos, com muitos holofotes, passarela e beleza.

"Eu já quis ser modelo anteriormente. Adoro!"

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Qual o pente que te penteia ?



Muitos são os produtos básicos que não podem faltar na bolsa de uma mulher: batom, delineador, máscara para cílios e - talvez o mais indispensável objeto - a escova! Afinal, quem gosta de sair por aí desfilando com os cabelos soltos ao vento? Além de manter as madeixas no lugar, uma boa escovação é questão de higiene! "O ato de pentear limpa os fios. Ao tomarmos banho, não lavamos o cabelo, que é composto de células mortas. O que se lava é o couro cabeludo. Logo, a escovação é responsável por trazer a oleosidade e as proteínas da raiz às pontas e por retirar as impurezas que se acumulam ao longo do dia", revela a terapeuta capilar Patrícia Maciel. Com a escova correta é possível deixar o cabelo mais vistoso, com brilho e aspecto limpo. A questão é achar, em meio a tantas ofertas, a ideal para o seu cabelo.

De acordo com o consultor técnico da Condor, Gennaro Preite, atualmente existem no mercado 700 modelos de escovas e pentes de diferentes formatos, tamanhos e materiais. Como, então, saber o que melhor se adequa a você? Comecemos pela diferença básica entre pentes e escovas. "As escovas servem para alisar e modelar o cabelo. Se dividem em diferentes diâmetros e materiais. Os pentes são para desembaraçar, para cortes e acabamentos em penteados", explica o hair stylist Carlos Magno, diretor da academia para estilistas cabeleireiros que leva seu nome.

Qual é o pente que te penteia?


Ao contrário do que muitas pessoas pensam, um simples pente - sim, aquele artefato de plástico fininho com dentes que você possui na gaveta do armário do seu banheiro e que, talvez, nem use - se sofisticou e ganhou versões mais modernas e funcionais, como os pentes de silicone, de fibras de carbono, e os ionizados. Vamos a cada um deles.


Os pentes podem ter dentes finos ou espaçados. Segundo Gennaro Preite, "pentes com dentes finos e cabo comprido são ideais para dividir mechas na hora de fazer hidratação, tintura ou alisamento. Já, os pentes largos, com 'dentões', são para desembaraçar os fios molhados após a lavagem". Mas ele faz uma alerta: cabelos muito crespos não conseguem ser desembaraçados com esses pentes, ainda que sejam muito largos. "Nesse caso, o ideal é que se recorra à escova jacaré, que tem as cerdas bem separadas entre elas", diz Gennaro. Algumas ainda possuem bolinhas nas pontas que massageiam o couro cabeludo e distribuem a oleosidade retida no couro cabeludo. Assim como as escovas, existem, os pentes jacarés. Eles possuem dentes em formato de flechas, capazes de escovar em ziguezague, eliminando marcas que ficam no cabelo após a chapinha e a escova, além de devolverem o aspecto mais natural às melenas.


Com o desenvolvimento tecnológico já é possível encontrar no mercado inovações, como os pentes ionizados e com fibras de carbono. "Eles são ideais na aplicação da prancha. Suportam até 220º e não derretem com o calor da chapinha", revela Preite. Esses mesmos íons ainda são capazes de eliminar o indesejável efeito frizz, selando as cutículas e devolvendo o brilho natural ao cabelo.


Esquecido há alguns anos, o pente garfo voltou a moda e já pode ser visto em muitas prateleiras. Surgido na década de 70, em pleno movimento Black Power, a ferramenta é ideal para dar volume às madeixas. "O garfo sumiu com a moda dos relaxamentos, alisamentos e escovas progressivas, mas retornou fazendo a cabeça de muitos artistas e cantores, como Negra Li e Vanessa da Matta. Através de sua introdução dentro do cabelo, é possível soltar os caracóis, fazendo com que o crespo adquira um armado bonito", orienta Gennaro.


Por fim, os modelos de pentes que possuem de um lado dentes mais espaçados e do outro dentes mais unidos são os chamados pentes de corte. Os dentes mais largos servem para cortes exatos, como os feitos em cabelos de crianças. E os espaçados, para cortes mais ousados, como em camadas e repicados.


Quanto ao material, os pentes podem ser de plástico, silicone, madeira e fibras de carbono. Enquanto os de plástico oferecem resistência, os de silicones são mais flexíveis. Já os pentes de madeira e fibras de carbono eliminam os fios arrepiados.


fonte: Bolsa de mulher
por: Luana Martins

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Negra Li no Miss Sao Paulo

Pelo quinto ano consecutivo a BAND exibe o concurso que vai eleger a mulher mais linda de todo o estado de São Paulo. Com apresentação de OTÁVIO MESQUITA, a 55 ª edição do MISS SÃO PAULO será realizada no Memorial da América Latina e contará com a participação de 40 candidatas de diversas cidades. Elas disputarão o direito de suceder a atual Miss São Paulo SILVIA NOVAIS e representar o estado no concurso de Miss Brasil, em maio. SIDNEY MAGAL, D’BLACK e NEGRA LI serão as atrações musicais do show, que começa às 22h00, ao vivo para todo o Brasil. A apresentadora NADJA HADDAD vai comandar os bastidores do evento, entrevistando celebridades e acompanhando de perto a expectativa das candidatas.

A 56ª edição nacional também já tem data e local definidos. O MISS BRASIL acontece este ano também no Memorial da América Latina, em São Paulo no dia 8 de Maio.

O MISS SÃO PAULO vai ao ar neste sábado, às 22h00, pela BAND

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Negra Li no programa Happy Hour da GNT

Ontem a Negra Li foi a responsável pela saidera do programa Happy Hour, da GNT, que teve como tema: Loucos por Chocolate.
Negra Li e o músico e compositor Khristiano Oliveira fizeram Apaga a Luz

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Famosos apadrinham campanha de vacinação em prematuros



Vestindo, literalmente, a camisa da Campanha "Prematuro Imunizado é Prematuro Protegido", organizada pela SBIM (Sociedade Brasileira de Imunizações), Cássio Reis, Murilo Benício, Guilhermina Guinle, Dado Dolabella, Viviane Sarahyba e Negra Li participaram, na noite de ontem, dia 14 de abril, do coquetel de lançamento da Campanha, no Espaço Araguari, em São Paulo.

Os famosos, que estavam visivelmente animados em promover o evento, subiram ao palco e tendo como porta-voz Murilo Benício, apresentaram a Campanha que visa conscientizar médicos e pais sobre a existência do calendário de vacinação específico para bebês prematuros. "Estou muito honrado e orgulhoso em fazer parte disso", enfatizou o ator, que é pai de dois filhos.

Negra Li, que em agosto do ano passado deu à luz sua primeira filha, fez questão de ir ao evento

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Artistas participam de campanha de vacinação

Murilo Benício, Cássio Reis, Dado Dolabella, Maria Paula e Negra Li participarão hoje do lançamento da campanha "Prematuro Imunizado é Prematuro Protegido", que visa conscientizar os pais de bebês prematuros sobre o calendário de vacinação.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), com o apoio do Instituto Abrace e dos laboratórios Abbott, promove uma campanha de conscientização de médicos e da população sobre a importância da adequada imunização dos prematuros.

A prematuridade é uma condição que favorece o aparecimento de várias doenças, algumas delas de maior gravidade.

Por apresentarem um sistema imune mais imaturo, e muitas vezes outras condições de agravo, essas crianças devem ter um calendário vacinal diferenciado, que atenda às suas necessidades de prevenção.

SBIm, pioneira no mundo ao lançar e preconizar um calendário específico para essa população, agora investe seus esforços na conscientização dos médicos e das famílias sobre a importância de uma adequada imunização.

Acreditamos estar cumprindo nosso papel de valorizar e fomentar o uso de imunobiológicos, ferramenta fundamental na prevenção de doenças e na melhoria da saúde de nossa população.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Negra Li e Serial Funkers no Rey Castro em São Paulo




Em 20 de abril, véspera de feriado, o quinteto Serial Funkers recebe a participação especial da cantora Negra Li para agitar a festa “Back in Black”, durante a programação Pure Black Fusion – terças-feiras com o melhor do soul, r&b e disco funk – do Rey Castro Cuban Bar, em São Paulo.

Com dois CDs solos gravados – “Guerreiro, Guerreira” e “Negra Livre” – e dona de sucessos como “Você Vai Estar na Minha”, a cantora Negra Li traz na bagagem profissional desde o hip-hop, da época do trio de rap RZO, o r&b, das referências da adolescência, quando ouvia e tentava imitar os vocais impecáveis de Lauryn Hill e Mary J. Blige, até a bossa nova.

Já a banda Serial Funkers foi criada em 2006 com o intuito de retratar a soul music e o funk norte-americano, mas logo também inseriu o gingado brasileiro no repertório. Além de clássicos como “Part Time Lover” (Stevie Wonder) e “Your Song” (Billy Paul), embalados pelo quinteto, integram o repertório os principais sucessos da cantora, entre eles “Não É Sério".

Rey Castro

Endereço: Rua Jesuino Cardoso, 181 - Vila Olímpia - São Paulo - SP

Tel.: (11) 3044-4383

Site Oficial: www.reycastro.com.br

terça-feira, 6 de abril de 2010

Negra Li no Ritmo Brasil







Neste domingo (04/04), às 18h15, Faa Morena entrevistou no programa “Ritmo Brasil” da RedeTV!, os integrantes da banda Hevo 84. Em um parque aquático, em São Paulo, Victor Hugo, Renne Fernandes e Fernando Cunha relembram o início da carreira, no litoral do Paraná, falam de suas preferências musicais, da rotina de shows e revelam o significado do nome do grupo, escolhido através da numerologia. Depois do bate-papo, os jovens se divertiram nas piscinas e toboáguas do parque. No mesmo programa, as cantoras Marina Elali, Negra Li e Fernanda Porto contaram suas lembranças de Páscoa.