quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Titãs recebe homenagem no Prêmio Multishow de Música Brasileira

O grupo Titãs foi o grande homenageado na 17ª edição do Prêmio Multishow de Música Brasileira, na noite desta terça-feira (24), no HSBC Arena, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio. Apresentado por Fernanda Torres e Bruno Mazzeo, a cerimônia teve um equilíbrio na premiação, pois não teve grandes vencedores, e marcou a consagração de bandas jovens como Restart, Cine e Luan Santana.

O Prêmio Multishow procurou uma maior interatividade na edição desse ano. Além dos internautas escolherem os vencedores, eles puderam mandar fotos com seus artistas prediletos – para aparecer no telão da premiação – e vídeos para concorrer na categoria TVZé, que elege a melhor paródia ou versão do clipe de uma música nacional.

Shows

Nando Reis e Skank cantaram “Vem Morena”, de Gonzagão, enquanto Maria Gadú e Caetano Veloso dividiram os vocais de “Rapte-me, Camaleoa”. Os destaques ficaram para apresentações de Copacabana Club e dos ingleses Bombay Bicycle Club, que se apresentaram pela primeira vez no Brasil.

Gafes

Programa ao vivo sempre tem alguns desencontros na produção. Fernanda Torres, ao anunciar o vencedor da categoria revelação, chamou ao palco a banda Moveis Coloniais de Acaju, vencedora de melhor Experimente, no lugar de Luan Santana. Em outro momento, a atriz chamou Mayana Moura e Fiuk para apresentar a categoria DVD, enquanto o representante de Ivete Sangalo, que faturou melhor show, ainda estava subindo no palco para receber o prêmio.

Fernanda Lima e Luan Santana apresentaram a categoria de melhor cantora e fizeram algumas brincadeiras, que não surtiram muito efeito na plateia. “Essas piadas nunca dão certo na hora, né?”, justificou a atriz. Já a banda Restart foi vaiada pelo público ao subir no palco para receber o prêmio de melhor música por “Recomeçar”. “Nenhum artista tem unanimidade de público. Não esperamos ter também. Estamos tão felizes com o nosso primeiro prêmio, que a vaia é um pontinho bem pequeno na nossa noite”, afirmou Pe Lu, vocalista da banda.

Homenagem aos Titãs

Para fechar o prêmio foi feita uma grande homenagem aos Titãs com Ana Carolina, Maria Gadú e Negra Li cantando sucessos da banda como “Comida”, “Marvin” e “Epitáfio”. Depois, foi a vez da atual formação (Tony Bellotto, Paulo Miklos, Branco Mello e Sérgio Brito) subir no palco e tocar “Sonífera Ilha”. “Quero estender essa homenagem a todos os companheiro e ex-Titãs: Nando Reis, Arnaldo Antunes, Marcelo Fromer, Charles Gavin e a todo mundo que deu sangue, suor e lágrimas para construir isso aqui”, falou Tony Belloto.

Os Titãs ainda estavam indicados ao prêmio de melhor grupo do ano, mas perderam o título para a Banda Cine, que faz parte de uma nova geração da música brasileira. “Acho bacana essa mistura, dá um frescor. A gente deseja que todas as bandas iniciantes cheguem a este momento, que estamos vivendo, e possam receber algo tão bacana como a homenagem que recebemos”, disse Paulo Miklos.

Confira a lista dos ganhadores do 17° Prêmio Multishow de Música Brasileira:

Melhor instrumentista - Rodrigo Tavares (Fresno)
Melhor música - Restart ("Recomeçar")
Revelação - Luan Santana
Melhor Clipe - NXZero ("Espero a minha vez")
Melhor DVD - Pitty ("Chiaroscope")
Melhor Grupo - Banda Cine
Melhor Show - Ivete Sangalo
Melhor Cantor - Samuel Rosa
Melhor Cantora - Ana Carolina
Melhor Álbum - Maria Gadú (Maria Gadú)
Artista Sertanejo - Victor & Leo
Experimente - Móveis Coloniais de Acaju
TVZé - Thiago Cardoso ("As Máscaras" - Claudia Leitte)
Homenagem - Titãs

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Homenagem a Adoniran Barbosa No "Altas Horas"



Com um público de mais de 20 mil pessoas, Serginho Groisman comandou o 'Altas Horas', neste sábado, dia 21, em homenagem ao Adoniran Barbosa, um símbolo do samba de São Paulo, que neste ano completaria 100 anos de idade.

O apresentador recebeu os artistas em um palco de 20m, decorado com fotos do Adoniran Barbosa, do grupo Demônios da Garoa e da cidade de São Paulo.



Para abrir o especial, o sambista Jorge Aragão fez uma releitura da clássica "Trem das Onze". Em seguida, foi a vez do swingue de Maria Rita encantar a plateia com "Aguenta a Mão João". Depois, Lenine entrou no palco para interpretar um dos grandes sucessos de Adoniran Barbosa "Samba do Arnesto". Essa música conta a história do Arnesto, mas que na vida real se chama Ernesto, e hoje é um senhor paulistano de 95 anos, que participou da gravação do programa e contou um pouco sobre a música. "Um dia o Adoniran disse que meu nome dava um samba e criou toda essa história da imaginação sensacional dele. Isso nunca aconteceu, mas é maravilhosa essa homenagem. Eu adoro esse samba!", disse Sr. Ernesto. Ainda no primeiro bloco, Di Ferrero, vocalista do NX Zero, levantou a plateia com sua interpretação para "Tiro ao Alvaro". E para fechar o primeiro bloco, Dominguinhos apresentou um meddley das suas músicas e depois emendou com a canção "Joga a Chave", de Adoniran.

O segundo bloco começou com a clássica "Saudosa Maloca", nas vozes de Bruno & Marrone. A cantora Emanuelle Araújo junto com Moinho apresentaram "Iracema". Em seguida, o grupo de pagode Jeito Moleque emprestou sua malemolência para "As Mariposas". E Zélia Duncan fechou o bloco com "Apaga o Fogo Mané". O balanço de Negra Li, que dividiu com Gabriel, O Pensador a canção "Torresmo a Milanesa" abriu o terceiro bloco do programa. Em seguida, a simpatia e a leveza de Ana Cañas para interpretar a canção "Prova de Carinho". E, para finalizar o bloco, a cadência de Teresa Cristina, que interpretou "Abrigo de Vagabundo". No último bloco, o grupo Casuarina interpretou "Já Fui Uma Brasa" e Demônios da Garoa, principal intérprete de Adoniran Barbosa, fechou a festa com "Samba do Italiano" e "Trem das Onze". Todos os artistas foram acompanhados por uma banda composta por nove músicos sob a regência de Lincoln Olivetti.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Adoniran Barbosa ganha homenagem do Altas Horas com presença de Negra Li



O programa Altas Horas (realmente o único programa com “vida inteligente” nas madrugadas de sábado), comandado por Serginho Groisman, vai prestar uma justa homenagem ao compositor Adoniran Barbosa, um símbolo do samba de São Paulo, que neste ano completaria 100 anos de idade. Um show com a participação de Negra Li, Maria Rita, Zélia Duncan, Lenine, Dominguinhos, Demônios da Garoa, Jorge Aragão, Gabriel Pensador e Jeito Moleque vai virar um programa especial a ser exibido no próximo dia 28 de agosto. A gravação acontece neste sábado, dia 21, em frente ao Museu do Ipiranga, um dos cartões postais de São Paulo.

A emissora ainda não divulgou a música que cada artista irá cantar. Mas é possível seguir algumas pistas. Zélia Duncan, em seu Twitter, escreveu um trecho da canção Apaga o fogo, Mané e disse que iria para o ensaio do programa. Mais tarde, ela divulgou a foto ao lado. O grupo-galã Jeito Moleque gravou recentemente um DVD no qual consta Saudosa Maloca, cantada com o acompanhamento dos veteranos dos Demônios da Garoa, intérpretes oficiais de Adoniran.

Nascido João Rubinato, o compositor, que neste ano completaria 100 anos de idade, começou a vida vendendo tecidos. Porém, o que ele queria mesmo era ser cantor. Acabou virando ator de rádio, atuou no cinema, foi comediante e garoto-propaganda.

Adoniran, que na verdade era paulista de Valinhos, eternizou o jeito paulistano, meio italianado, de falar. Suas músicas ganharam outros sotaques, como a da baiana Gal Costa (Trem das onze), o da gaúcha Elis Regina (Saudosa maloca e Tiro ao álvaro), o da mineira Clara Nunes (Iracema) e da carioca Clementina de Jesus (Torresmo à milanesa).

Composta no início da década de 60, Trem das onze acabou ganhando uma versão no legítimo italiano. O cantor Riccardo del Turco, em 1968, a rebatizou de Figlio Unico. Sem muito jeito, ele tenta fazer o “pascalingundum” da famosa introdução da canção. (Assista ao vídeo).

Neste ano, o Altas Horas já havia dedicado um programa à obra do compositor Erasmo Carlos. Desta vez, claro, com a presença do homenageado que cantou ao lado de Adriana Calcanhoto, Paula Toller, Marcelo D2 e Wanderléia. Serginho conseguiu ainda quase o impossível: convencer a cantora Maria Bethânia a se apresentar em um programa de TV. A baiana, que já dedicou um disco ao repertório de Erasmo e Roberto Carlos, cantou As canções que você fez pra mim e Sentado à beira do caminho.

sábado, 14 de agosto de 2010

Negra Li abrirá o show da Lauryn Hill em Brasília

Lauryn Hill em Brasília - 12/09 - Informações
Miss Lauryn Hill
Cidade: Brasília
Data: 12 de setembro
Local: Iate Clube (no gramado na beira do lago)
Show de Abertura: Negra Li
Horário: a partir das 19 horas
Classificação etária: menores de 16 anos devem estar acompanhados.
Ingressos: (1º lote)
Pista: R$ 70,00 (meia)
Pista Premium R$ 120,00 (meia)
Obs: 50% de desconto do ingresso inteiro para estudantes, professores, funcionários públicos e clientes Clubin, Mormaii, Cartão Mais do Brasília Shopping, Sempre Você do Correio Braziliense e OAB
Pontos de venda:
- Lojas Mormaii: Conjunto Nacional, Pátio Brasil, Pontão Lago Sul, Terraço Shopping (Sudoeste) e Brasília Shopping
- Central de Ingressos do Brasília Shopping (piso g1)
Informações: (61) 3364-0000 / 8130-1417 / 8130-1418

Rapper Timbaland e Negra Li se apresentam em SP em outubro


O músico, rapper e produtor norte-americano Timbaland se apresenta pela primeira vez no Brasil no dia 13 de outubro, dentro do festival Urban Music, no Anhembi, em São Paulo.

Um dos principais produtores do rap e da música pop desde a década de 90, Timbaland já trabalhou com nomes como Justin Timberlake, Madonna, Nelly Furtado, Snoop Dog, Alicia Keys, Jay-Z e Missy Elliot.

Além do trabalho como produtor, o norte-americano mantém uma elogiada carreira própria. Seu primeiro disco, "Welcome to Our World", foi lançado em 1997, quando fazia parte da dupla Timbaland & Magoo. O disco mais recente de Timbaland é "Shock Value 2".



Além de Timbaland, o festival Urban Music terá apresentações de DJ King, Valkirias, Negra Li, da vocalista do Cansei de Ser Sexy, Lovefoxxx, em um DJ set, Root Rock Revolution e DJ Mau Mau.

A venda das entradas começa no dia 20 de agosto em pontos de venda a serem divulgados posteriormente. Até o dia 15 de setembro, os ingressos custam entre R$ 160 e R$ 400. A partir do dia 16 de setembro, os valores sobem para R$ 240 a R$ 600.

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

Negra Li faz show no encerramento do Projeto Trib’us em Roraima



A cantora de black music Negra Li é a grande atração da festa de encerramento do projeto Trib’us- uma ação social e cultural, organizado pela Associação dos Estudantes de Roraima (ASSOER) em parceria com o Serviço Social do Comércio.

O show faz parte da programação dedicada ao estudante que começou no dia 9 de agosto e incluiu cinco apresentações do espetáculo teatral “Amor por Anexins” do Grupo Malandro é o Gato.

As apresentações do grupo Malandro é o Gato foram realizadas nos dias 9,10 e 12 de agosto no Teatro Jaber Xaud do Espaço Cultural Amazonas Brasil, no Sesc Mecejena.

Desde março o projeto Trib’us movimentou dez escolas da rede estadual de ensino: Gonçalves Dias, Hidelbrando Ferro, Major Alcides, Ana Libória, Carlos Casadio, América Sarmento, Vanda Pinto, Luiz Ribeiro, Hélio Campos e Jesus Nazareno de Souza Cruz. O projeto envolve o programa Mesa Brasil Sesc, no recolhimento de alimentos não perecíveis.

Metade dos ingressos do show serão trocados por alimentos não perecíveis. A troca esta sendo feita nas escolas envolvidas no projeto trib'us. Somente para os alunos e parceiros destas escolas. Cada unidade recebeu 100 ingressos para a troca.

Parte dos alimentos será repassada ao Mesa Brasil e a outra à Operação Inverno da Prefeitura Municipal de Boa Vista.

Outras atrações: desfile com a Garota e Garoto Trib’us 2010 e as apresentações do DJ JC e da banda de Forró Brasileirinho.

O show da Negra LI será no ginásio poliesportivo do Sesc Mecejana, a partir das 22h.

Os ingressos custam R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (carteirinha estudantil e carteira do SESC). Disponíveis no SESC Centro.

Informações: 8403-4443 ou 9123-1000

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

MS. LAURYN HILL abre turnê brasileira em Florianópolis

A cidade de Florianópolis prepara-se para receber mais uma grande atração internacional: Ms. Lauryn Hill chega à capital catarinense para abrir sua turnê em solo brasileiro no dia 03 de setembro. O show será no Stage Music Park, no bairro de Jurerê Internacional. Esta será a única apresentação da diva do black music no Sul do Brasil. A turnê passa ainda pelas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Marcado para começar às 22h, o show terá a abertura de Negra Li e banda e do DJ Leo Oculto. Os ingressos já estão è venda a um preço inicial de R$ 60,00 para pista ou R$ 80,00 para pista Vip, com acesso diferenciado e área exclusiva em frente ao palco. O Stage Music Park conta ainda com duas áreas de camarotes que proporcionam uma melhor vista do palco, ambos com banheiros exclusivos. O Camarote Oculto (valor inicial de R$ 90,00 para mulheres e R$ 120,00 para homens) oferece coquetel de espumante até a 1h. Já o Camarote Chivas (com primeiro lote ao valor de R$ 100,00 feminino e R$ 140,00 masculino) conta com coquetel de Whisky Chivas também até a 1h.

Ms. Lauryn Hill despontou para o sucesso nos anos 90 quando integrou o grupo de hip hop Fugees. O segundo disco do Fugees, The Score, emplacou diversas músicas de sucesso, entre elas “Ready or Not”, “Fu-Gee-La” e as versões de “No Woman, No Cry” and “Killing Me Softly”. Em 1998 ela lançou o primeiro disco da carreira solo, The Miseducation of Lauryn Hill, que virou um grande sucesso de crítica e de vendas. A música “Doo Wop (That Thing)” atingiu o primeiro lugar das paradas da revista Billboard. No ano seguinte, Ms. Hill foi indicada para dez prêmios Grammy, tornando-se a primeira mulher a receber dez indicações em um mesmo ano. Ela ganhou cinco, incluindo melhor disco do ano e melhor performance feminina de R&B. Em 2003, a revista Rolling Stone incluiu o disco na lista dos 500 melhores de todos os tempos.

Esta será a sétima atração internacional a pisar no Stage Music Park. Desde que foi inaugurado, em dezembro de 2009, o Stage Music Park está modificando a cena musical de Florianópolis. A cidade, que até então não possuía muitas opções para receber grandes shows, passou a integrar o circuito nacional de turnês internacionais. Somente em 2010 o Stage já recebeu o cantor Eagle-Eye Cherry em março e a banda australiana The Beautiful Girls em abril, além de artistas de grande renome na música eletrônica mundial, como Kaskade, Moony, Steve Angello e Erick Morillo, que juntos fizeram o maior carnaval eletrônico do Brasil. Na mesma área, em outros anos, já passaram também o grupo Black Eyed Peas, o cantor Ben Harper e a canadense Alanis Morissette, entre outros.

SERVIÇO

Ms. Lauryn Hill em Florianópolis
Quando: dia 03 de setembro (sexta-feira)
Onde: Stage Music Park – complexo Music Park, na Rod. Maurício Sirotsky Sobrinho, 2500, Km 1,5, em Jurerê, Florianópolis (SC)
Horário: 22h
Ingressos: (preço inicial)

Pista Unissex R$ 60,00

Pista VIP Unissex R$ 80,00

Cam. Oculto Feminino R$ 90,00

Cam. Oculto Masculino R$ 120,00

Cam. Chivas Feminino R$ 100,00

Cam. Chivas Masculino R$ 140,00

Há ainda opções de camarotes para grupos de seis ou 15 pessoas. Informações no telefone (48) 9629.6986.

Onde comprar: Bilheteria do Stage Music Park, nos sites www.blueticket.com.br e www.nosvamos.com.br e ainda nos pontos de vendas – lojas Multisom Florianópolis e São José, Postos Brava de Balneário Camboriú e Itajaí, Loop Brasil em Balneário Camboriú, Who Outlet Glam e loja Akakia do Sul da Ilha.

Informações: (48) 3282.1669 / contatostage@musicpark.com.br

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Lançamento do programa infantil " Meu AmigãoZão"



Negra Li , Astrid Fontenelle, Igor Cavalera, Daniel Boaventura, Jacqueline Dalabona brincaram com os filhos no lançamento da animação "Meu AmigãoZão" do canal Discovery Kids, nesse domingo (1°), na Estação São Paulo.

A animação Meu AmigãoZão (My Big Big Friend), é uma coprodução do estúdio brasileiro 2D Lab com a canadense Breakthrough Animation. Indicada para crianças em idade pré-escolar, a série tem 52 episódios de 11 minutos de duração e já recebeu os prêmios "Prix Jeuness Ibero America" e primeiro lugar no "Global Licensing Challenge no Mip Jr", em Cannes.

A estreia é na próxima segunda-feira (9), ao meio-dia e meia.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Filme “400contra1” estreia em agosto na Capital paulista





O polêmico filme “400contra1 - Uma História do Crime Organizado” vai entrar em cartaz a partir do dia 06 de agosto nos cinemas da Capital paulista e também de todo o país. Com direção de Caco Souza, a película tem como ponto de partida o livro autobiográfico de William da Silva Lima, um dos principais articuladores da polêmica organização Comando Vermelho.

A ação se passa no Rio de Janeiro no final da conturbada década de 70. Após uma ação espetacular, porém fracassada, o assaltante de bancos William da Silva Lima (Daniel de Oliveira) é preso, condenado, e levado ao presídio de Ilha Grande.

Lá chegando, ele começa a tomar contato com uma realidade que não conhecia: a dos presos políticos, encarcerados por uma brutal ditadura militar pelo “crime” de pensar diferente. É neste lugar que a explosiva mistura de presos comuns com presos políticos começa a gerar uma situação de extrema incoerência interna dentro do sistema penal: por um lado, criou-se uma relação de respeito e admiração por parte
dos presos comuns à organização, disciplina e companheirismo dos revolucionários de esquerda. E, por outro, culminou num incontornável clima de crescente tensão impossível de não explodir em violência.

Assim nasce o Comando Vermelho: A partir de então, William descobre não só o perfil político de um país dividido, como também vive um amor arrebatador com Tereza (Daniela Escobar), que viria a ser sua companheira de lutas e crimes.

Um importante capítulo da história recente brasileira, fundamental para o entendimento do Brasil atual.

Este importante e controverso capítulo da história recente do Brasil – imprescindível para o entendimento da nossa realidade atual – foi transformado em roteiro cinematográfico por Victor Navas (co-roteirista de “Carandiru”, “Cazuza – O Tempo Não Pára” e “Cabra Cega”), com fotografia de Rodolfo Sanchez (o mesmo de “Pixote”, “O Beijo da Mulher Aranha”, “Boleiros 2”, entre outros) e produção
da Destiny International, em parceria com a Globo Filmes e a PlayArte Pictures.

Destaque de “Cazuza – O Tempo Não Para”, “Zuzu Angel” e “A Festa da Menina Morta”, o ator Daniel de Oliveira incorpora o protagonista e narrador de “400contra1 - Uma História do Crime Organizado”, interpretando o papel de William da Silva Lima.

Ao seu lado está Daniela Escobar, no papel de Tereza, que vive uma paixão incondicional com o protagonista. Daniela se destacou nos cinemas nos filmes “Vida de Menina”, “Diário de um Novo Mundo” e “Jogo Subterrâneo”, além de várias telenovelas e minisséries.

O grande elenco ainda inclui Fabrício Boliveira, Branca Messina, Lui Mendes, Jefferson Brasil, Jonathan Azevedo, Rodrigo Brassoloto, Felipe Kannenberg e a participação especial de Negra Li.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Lembrancinhas e Enfeite Porta Sofia - filhinha Negra Li



Postado por Vanessa Figueiredo em 16/07/2010 23:04

Olá queridas amigas e amigos!
Ano passado eu tive o prazer de fazer as lembrancinhas e o enfeite de porta maternidade da Sofia, filha da Negra Li e algumas pessoas cobraram as fotos, aqui estão!
Saimos até na Caras e foi um prazer trabalhar pra ela neste momento tão especial de sua vida!

Daqui a pouco a Sofia vai fazer um aninho e desejamos muitas felicidades à mamãe Negra Li, ao papai Junior e à pequena Sofia.

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Negra Li e Serial Funkers se apresentam no Rey Castro SBC, dia 22

Em 22 de julho, a banda Serial Funkers e a cantora Negra Li retornam juntos à região do Grande ABC para encerrar a programação Soul Sessions Live – quintas-feiras com o melhor do soul, r&b e disco funk – do mês, no Rey Castro Latin Bar & Restaurant, em São Bernardo do Campo.
Sucesso absoluto de público no mês de maio, quando se apresentaram pela primeira vez na região, Serial Funkers e Negra Li trazem um repertório de clássicos nacionais e internacionais da música negra, entre canções como “Mas Que Nada” (Jorge Ben Jor), “Killing me Softly” (Charles Fox / Norman Gimbel) e “Imunização Racional” (Tim Maia).
A cantora Negra Li tem dois CDs gravados – “Guerreiro, Guerreira”, ao lado do rapper Helião, e “Negra Livre”, solo – e se tornou nacionalmente conhecida após protagonizar a minissérie Antônia, veiculada na TV Globo em 2006, e baseada no longa-metragem homônimo de Tatá Amaral.
Na estrada desde 2006, o grupo Serial Funkers foi criado com o intuito de retratar o soul e funk norte-americano, mas logo também inseriu o gingado brasileiro no repertório. É formado por Régis Paulino (voz), Luciano Ribeiro (baixo), Luguta Bellintani (bateria), Menno Amaral (guitarra) e Raphael Dantop (teclados).
O Rey Castro Latin Bar & Restaurant, em São Bernardo do Campo, está localizado na avenida Antártico, 90, no bairro Jardim do Mar – próximo à avenida Kennedy e com acesso fácil pela rodovia Anchieta. O site: www.reycastro.com.br.

Data: 22.7.2010
Entrada: R$20 a R$55
Pagamento: cheque / todos os cartões
Estacionamento com manobrista: R$13
Horário do show: 23h30
Capacidade de público: 300 pessoas
Reservas: de segunda a sexta-feira até às 18h / sábado das 12h às 18h (reservas válidas até às 21h30)
Acesso para deficientes físicos
Área externa para fumantes

domingo, 18 de julho de 2010

"Todo Poderoso - O Filme"

Trailer do documentário: "Todo Poderoso", sobre o centenário do Corinthians.
O longa comemorativo do Timão resgata imagens inéditas, como a primeira filmagem do time em 1929, e conta com depoimentos de ex-jogadores como Neco, Del Debbio, Baltazar, Luizinho e Teleco.
Ilustres corintianos como Casagrande, Basílio, Juca Kfouri e Lula também falam sobre o amor pelo clube. A trilha sonora especial é assinada por Negra Li, Rappin Hood e BiD.
"Todo Poderoso - O Filme" tem estreia prevista para o dia 30 de julho de 2010.

Negra Li faz show neste domingo em Santos

Negra Li é a atração deste domingo, a partir das 20h, no Bar do Batata, que fica no Centro de Santos. Os ingressos antecipados para a apresentação custam R$ 10,00 (mulheres) e R$ 15,00 (homens). Preços sujeitos a alteração.

O endereço do Bar do Batata é Rua São Bento, 39.

fonte: Jornal A Tribuna

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Vem aí: Festival de Inverno de Ouro Branco



Já faz parte da rotina da cidade; Julho é mês de Festival de Inverno. Em sua quinta edição, a Cultura pede passagem e encanta a cidade durante 10 dias. Música, gastronomia, oficinas, teatro, dança e arte vão invadir Ouro Branco a partir de 23 de julho (sábado). Entre as atrações, o destaque do V Festival de Inverno de Ouro Branco vai para os shows de Arnaldo Antunes (31/07), Renato Teixeira (30/07) e Negra Li (29/07). Com o tema Diversidade, os três shows já apontam os caminhos escolhidos para a edição deste ano.

De um lado, o moderno, com Arnaldo Antunes, que traz ritmos dançantes como o twist e a Surf Music e homenageia a Jovem Guarda. Do outro, o tradicional, com o regionalismo de Renato Teixeira e Violeiro do Pantanal (25/07), com João Ormed. O Hip Hop e a influência da música negra de Negra Li, surgem na contramão do Grupo de Violões da Casa de música de Ouro Branco (28/07), que propõe uma incursão pela música erudita.

E assim caminham as atrações do Festival: são temas, estilos e influências ás vezes contraditórios, mas que juntos se complementam e representam toda a diversidade da cultura e da produção artística do Brasil. A abertura acontece no dia 23, sexta-feira, ás 21h na Praça de Eventos, com O Corpo Negro na Dança. O Balé de Rua de Uberlândia apresenta uma nova versão da atração que fez parte do 1º Festival e que encantou a platéia em 2006. O encerramento está previsto para o dia 01 de agosto (domingo). Quem encerra a programação é a Mímulus, companhia de Dança já conhecida da platéia de Ouro Branco. Desde a primeira edição, a companhia participa do evento. Em 2010, o grupo traz Por um Fio.

Depois de acompanhar as atrações, o público vai poder esticar a noite e acompanhar as atividades do Bar do Festival. Montado no "Redondo", na Praça de Eventos, o local vai trazer boa música e muita diversão para o fim de noite de quem acompanhar as atrações do festival. Na programação, samba, viola, MPB, rock e ritmos brasileiros. Os shows estão marcados para às 22h30.

Todas as atrações são gratuitas. O V Festival de Inverno é promovido pela Prefeitura de Ouro Branco; realização da UFSJ e FAUF; patrocínio da Gerdau e apoio da Peugeot Sport Brasil.

Famosos assistem ao Slava's Snowshow



Nessa terça-feira, 13, a trupe do Slava's Snowshow fez uma pré-estreia em São Paulo e contou com a presença de vips, como Negra Li, Caco Barcelos, Luciana Melo, Jairzinho.

Alguns famosos, como Negra Li e Jairzinho, chegaram a levar seus pimpolhos para se divertir no espetáculo de palhaços, que mistura humor, teatro, dança. As apresentações já passaram por mais de 100 cidades do mundo todo e está sendo aclamada pela crítica. É a segunda vez que o grupo de palhaços russos vem ao Brasil, que com elementos simples como água, luzes, teias de aranha de algodão, bolhas, bolas e gelo são capazes de representar toda a magia da época mais fria do ano.

Criada pelo coreógrafo russo Slava Polunin, as apresentações ocorrem em São Paulo, no Citibank Hall, entre os dias 14 e 28 deste mês. E, entre os dias 19 e 23 de agosto, o grupo segue com a turnê para Porto Alegre.



fonte: Revista Caras e Portal Amaury Jr

sábado, 10 de julho de 2010

"Com certeza já penso em aumentar a família"

Depois que deu à luz a Sofia, que hoje está com 10 meses, Negra Li descobriu uma nova vocação: ser mãe. Em conversa com O Fuxico, a cantora revela que gostou tanto da maternidade, que até já pensa em aumentar a família.

"Estou adorando essa vida de mãe, eu acho que sou a mãe mais feliz do mundo, todas falam isso, mas agora eu entendo o porquê. Ser mãe era um sonho e às vezes falo para o meu marido que quando essa fase pequena da Sofia passar, vamos ficar com saudades e .tremos que fazer outro, aumentar a família com certeza”.

Sobre a filhota, a cantora faz o tipo 'mamãe babona' e não poupa elogios à pequena que foi tão esperada.

“Ela foi totalmente planejada e a gente vê isso no olhar dela, no jeito que ela interage com a gente. É uma menina superboazinha, não chora, ela foi muito querida e muito desejada desde antes de eu engravidar.”

fonte: Ofuxico

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Negra Li faria novela com algumas condições

Apesar de estar preparando suas volta aos palcos como cantora, Negra Li não esconde a vontade de atuar também. Prestes a lançar um longa do qual participa, a cantora e atriz não esconde a vontade de atuar em umanovela inteira, mas ela só faria com uma condição.

“Acharia muito legal fazer uma novela inteira, mas agora eu só teria que ter cuidado com algumas cenas. Eu não poderia fazer muitas cenas de beijo, de sexo, porque meu marido é ciumento… Se fosse convidada eu já avisaria logo sobre essa condição.”

A atriz está ansiosa pela estreia de um novo filme no qual faz uma participação e não vê a hora do público assistir.

“O filme 400contraUm vai ser lançado em agosto e já vamos começar a participar de eventos… Não vejo a hora de todo mundo poder assistir ao filme e ver a minha participação nesse grande filme.”

fonte: Brasil TV Notícia

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Negra Li prestigia lançamento de livro do centenário do Corinthians

Muitos corintianos famosos se reuniram para o lançamento do livro oficial que comemora o centenário de um dos times com a maior torcida do País, o Corinthians 100 anos de Paixão. O evento aconteceu na noite desta quarta-feira (30), na Fenac Pinheiros, em São Paulo.

A repórter do Legendários, da Record, Jaque Khury, que se declara corintiana roxa, falou da emoção de ter uma foto sua como torcedora famosa no livro.

"Para mim o Corinthians é um estilo de vida, uma religião, eu amo esse time e é muito emocionante fazer parte deste livro."

A cantora Negra Li também estava presente e revelou que a sua foto grávida, estampada no livro, representa muito mais que uma paixão por um time.

"Eu estou representando meu pai, que morreu em 1999, e ele era corintiano roxo e eu acho que se ele tivesse vivo ele iria ter tanto orgulho. Para mim é uma emoção a mais de estar podendo representar, porque só eu sei o quanto ele gostava. É por ele que eu tenho esse orgulho de ser corintiana."

Outras celebridades como Cacá Rosset, Lívia Andrade, Badaui e Japinha da banda CPM22, também prestigiaram o evento.

Vejam fotos do evento no site do Terceiro Tempo, do Milton Neves: http://terceirotempo.ig.com.br/noticia/Livro_do_Timao_reune_personalidades_em_Sao_Paulo-27667

fonte: O Fuxico

domingo, 27 de junho de 2010

Negra Li adora sentir a adrenalina da montanha-russa

Liliane de Carvalho, mais conhecida como Negra Li, é considerada uma das musas do rap nacional. Nascida na Vila Brasilândia, em São Paulo, a cantora começou a se interessar pela música ainda na infância.

A artista, que em 2006 estrelou o filme de Antônia, gosta de comer em bons restaurantes. "Atualmente tenho duas paixões: um japonês e um francês (risos). O japonês é o restaurante Koban, especialmente o da Granja Viana (eles têm mais duas casas em SP). Tem uma grande variedade de pratos feitos no capricho, o serviço é excelente, a decoração é linda e é pertinho da minha casa, por isso estou sempre por lá. Porém, no ano passado conheci um bistrô francês incrível, também na Granja Viana, chamado Felix Bistro. A cozinha é maravilhosa, mas o que vale mesmo é a área verde que cerca o restaurante. É lindo demais!".

A morena, que já gravou com Caetano Veloso, Nando Reis, Charlie Brown Jr, Belo, Martinho da Vila, Gabriel o Pensador, entre outros, recomenda o bar Dona Flor, em Moema.

"Tem sucos e petiscos deliciosos, comida de boteco, sabe? bolinho de bacalhau, de carne seca, entre outros. Eu não bebo álcool, porém meus amigos dizem que o chopp é excelente. Todos os dias têm atrações, mas eu recomendo ás terças-feiras, a partir das 20h, tem um trio comandado pelos músicos Marcinho Eiras, Khristiano Oliveira e Wandinho Carvalho que toca o melhor da soul music e MPB".

Para dançar, Negra Li curte a boate Heaven, na Rua Augusta. "A noite principal é a quarta-feira comandada pelo DJ Hadji que injeta muito Hip Hop na pista, ritmo predominante na casa. A balada também conta com pockets shows, inclusive eu já cantei lá".

Para quem é apaixonado por adrenalina assim como ela, a rapper indica o parque Hopi Hari, em Vinhedo, São Paulo.

"É o maior parque temático da América Latina e fica a 35 minutos da Capital. Adoro esse tipo de parque, encaro todos os brinquedos, não tenho medo não. Adoro sentir aquela adrenalina na montanha-russa (risos). Não vejo a hora da Sofia crescer mais um pouquinho para eu poder levá-la".


Serviço

Koban
Onde: Avenida São Camilo, 1.530 - Granja Viana - São Paulo
Tel.: (011) 4169-1028
Site: http://www.restaurantekoban.com.br

Felix Bistrô
Onde: Av. José Felix de Oliveira, 555 - Granja Viana
Tel.: (011) 4702-3555 / 4612-2339
Site: http://www.felixbistrot.com.br

Dona Flor
Onde: Rua Canário, 480 São Paulo - SP
Tel.: (011) 3079-4389

Heaven
Onde: Rua Augusta, 3000 - Cerqueira César - São Paulo - SP
Tel.: (011) 3083-3264
Site: www.heavenclub.com.br

Hopi Hari
Onde: Km 72,5 da Rodovia dos Bandeirantes
Site: http://www.hopihari.com.br


fonte: eBand
Redação: Anna Thereza de Almeida

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Cubatão recebe o Festival de Juventude –Qual é o seu jeito de mudar o mundo?

Mostrar como o empreendedorismo pode mudar a vida dos jovens e transformá-los em cidadãos é o objetivo do Festival de Juventude – Qual é o seu jeito de mudar o mundo? - que ocorre no próximo domingo, 27, das 13 às 20 horas, no Parque Anilinas (Avenida Nove de Abril, 2.275 – Centro), em Cubatão.

No evento será apresentado os resultados dos empreendimentos socioeconômicos, artísticos e culturais que foram desenvolvidos pelos jovens durante este último ano de atuação do Projeto Geração MudaMundo para um Futuro Ideal. O encontro pretende reunir jovens de 14 a 24 anos, provenientes de diversos bairros da Cidade, entre eles, Cotas, Vila Natal, Vila dos Pescadores, Pilões, Vila Nova, Caíque e Jardim Casqueiro. Um dos destaques do encontro será o show da cantora Negra Li, além das atividades culturais (dança, música, vídeo e grafite), esportivas e debate coordenado pelo Fórum da Juventude e Cubatão.

Entre as mais de 40 iniciativas do projeto serão mostradas no Festival, Eu te Amo, oficinas de culinária e reforço escolar em casas abrigo; A Arte de Aprender, que oferece cursos de artesanato; A Voz Jovem da Comunidade, que empreende valores por meio da comunicação de rádio; Alerta Vermelho, que promove a sensibilização dos moradores sobre a importância da preservação do manguezal; Apoio e Estímulo à Valorização Feminina, que ministra palestras sobre a valorização da mulher e combate a qualquer tipo de violência e, Anjos de Bolsas, que capacita mulheres participantes do “Projeto Valorização da Autoestima Feminina”, com cursos de corte e costura para a geração de renda.

De acordo com a diretora da área de juventude da Ashoka Brasil, Olívia Martin, o objetivo é mostrar que a juventude possui grande potencial em liderar mudanças positivas na sociedade. “Com o programa Geração MudaMundo vemos que a experiência empreendedora aplicada em âmbito social é uma ferramenta transformadora, que oportuniza o desenvolvimento dos projetos de vida dos jovens”.

O Festival é gratuito e realizado pela Ashoka, em parceria com o Instituto Camargo Correa, a CAVO, a Prefeitura de Cubatão, Fábrica da Comunidade – Centro de Formação e Inserção Profissional da Secretaria de Assistência Social. Conta com o apoio do Fórum da Juventude, Escola Técnica Federal de Cubatão (ETEC), das organizações sociais Unidos do Karatê, Grupo Lazer e Cidadania (GLC) e Sociedade de Melhoramentos.

SERVIÇO

Data: 27/06/2010
Horário: das 13 às 20 horas
Local: Parque Anilinas
Avenida Nove de Abril, 2.275- Centro.
Transporte gratuito circulando nos bairros.

Skank lota o Mineirão



Belo Horizonte - Cinquenta mil pessoas acompanharam no sábado (19), em Belo Horizonte, a gravação do projeto Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão. A celebração, que marca 20 anos de carreira do grupo, também foi o último grande evento realizado no estádio – que entra em fase de grandes reformas para a Copa de 2014.

Mas o que mais chama a atenção na produção do CD e DVD/Blu-Ray que revisita o repertório de Samuel Rosa (voz e guitarra), Henrique Portugal (teclados), Haroldo Ferretti (bateria) e Lelo Zaneti (baixo) são as circunstâncias que permitiram a realização do trabalho. O apoio do governo do estado e da prefeitura de BH, por exemplo, foram essenciais – além, é claro, das empresas pa­­trocinadoras.

Em outras palavras: se o Skank conquistou reconhecimento nacional pelo seu som, isso se deve também à política local de valorização dos talentos da terra. Talvez, sem medo de cometer injustiças, aí esteja um dos maiores problemas para explicar a falta de grandes nomes paranaenses em destaque no cenário brasileiro (exceções, nesse caso, não servem como defesa para as autoridades...).

Durante as gravações, Samuel Rosa fez um discurso interessante sobre o tema. “Com o sucesso do Skank, tiramos a muleta de um bando de nego incompetente que culpava vocês (público mineiro) pelo não reconhecimento do trabalho dos músicos daqui”, alfineta.

De fato, nem mesmo a projeção nacional foi capaz de tirar o Skank das suas origens. A ligação da banda com Minas Gerais é intensa. “Belo Horizonte não sai da gente nunca”, fala o vocalista.

Público

Nos bastidores do projeto em comemoração às duas décadas de carreira do Skank, quem roubou a cena foi o público. O coro de 50 mil vozes fez toda a diferença.

A festa era de todos, literalmente. O orgulho pela trajetória do quarteto, de certa forma, estimulava cada espectador presente no Mineirão.

Não é a toa que o Skank foi além das 22 canções selecionadas para a gravação (os fãs montaram o set list em votação aberta no site oficial da banda, que totalizou mais de 400 mil votos). Com a lição de casa feita, a banda repassou dezenas de outros hits que ficaram de fora da seleção oficial.

A plateia, em praticamente três horas de show, não fez por menos. Não perdeu o pique e indicava sempre uma música nova a cada solicitação de Samuel Rosa.

A cantora Negra Li, convidada especial da noite, não escondeu a surpresa diante do “mar de gente” que ocupava o estádio. Ovacionada pelo público, a cantora e Samuel fizeram uma performance – com muito suinge – de “Ainda Gosto Dela”.

Em tempos de Copa do Mundo e apaixonados por “pelada”, o quarteto levantou a plateia com “É Uma Partida de Futebol”. As imagens do jogo contra a Coreia do Norte também invadiram os telões instalados no Mineirão, como uma espécie de aquecimento e corrente positiva para o desafio seguinte, a Costa do Marfim. Pelo visto, os bons fluidos surtiram efeito...

Anote

O especial Multishow ao Vivo – Skank no Mineirão deve ser exibido no fim de setembro, junto com o lançamento do CD e DVD/Blu-ray.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Skank grava novo trabalho em Mineirão lotado



O Skank gravou na noite deste sábado (19/06/2010) no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte (MG), seu novo trabalho. A assessoria de imprensa do quarteto informou que aproximadamente 50 mil pessoas estiveram presentes. Cada ingresso foi disponibilizado aos presentes mediante doação de um quilo de alimento não perecível.

Intitulado Multishow ao Vivo- Skank No Mineirão, a gravação será disponibilizada nos formatos CD, DVD e Blu-ray e está prevista para chegar às lojas na segunda metade de setembro. É uma parceria do grupo com a Sony Music e o canal a cabo Multishow.

O show teve a participação especial da cantora paulista Negra Li, que cantou com o grupo a música Ainda Gosto Dela. Do repertório de 21 músicas, duas são inéditas, De Repente e Presença.

A produção ficou a cargo de Dudu Marote, que assinou trabalhos anteriores da banda como Calango e Samba Poconé. Imagem e áudio foram captados em alta definição, com direito a 14 câmeras dispostas em locais estratégicos.

sábado, 12 de junho de 2010

Escola Teatro Macunaíma entrega homenagem a Negra Li por seu Destaque na área Musical dentro do meio cultural artístico brasileiro

A cantora Negra Li, participou na noite de quarta-feira(09/06) do evento Macunaíma – Arte e Cultura onde foi homenageada como “Contribuinte da Cultura” em nosso país.

Além da cantora, também estiveram presentes personalidades como: O jogador Neymar (Santos), os cantores: Toni Garrido e Luiz Melodia, o apresentador Geraldo Luís além de outros nomes importantes do cenário nacional.

A homenagem teve cobertura oficial da revista Caras e contou com a presença de veículos de esporte e entretenimento.

De acordo com os organizadores do evento, a “Homenagem Macunaíma – Arte & Cultura” não busca ser reconhecida como uma premiação, mas ser imortalizada como uma honraria aos incentivadores e promotores da cultura de nosso país.

Para a direção da instituição, que é uma referência nacional no meio cultural, a proposta da homenagem é contemplar e incentivar todas as formas de cultura promovendo um grande encontro entre os promotores das artes e reconhecendo a importância de cada um em suas respectivas áreas.


Negra Li, ficou muito feliz e lisonjeada com a premiação.









sexta-feira, 11 de junho de 2010

Negra Li marcou presença na SP Fashion Week 2010





Marca Ecko Unltd abre primeira franquia na america latina com a presenca de Caua Reymond e Negra Li no Morumbi Shopping






A marca Ecko Unltd., a maior marca de urban wear do mercado internacional abriu sua primeira franquia na América Latina. A loja foi inaugurada nesta quarta, 10/06 no Morumbi Shopping, Piso Laser, com a presença de uma lista de convidados estrelados que ficou a cargo do promoter Helinho Calfat.

A franqueda Alessandra Abreu, de tradicional família de Belo Horizonte, recebeu em grande estilo desde políticos como o prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, atores, cantores, rappers, roqueiros e muito mais gente bacana.

Marcaram presença : Giovanna Ewbank, a atriz Marissol Ribeiro, Felipe Folgosi, Mariana Hein, Negra Li, Rosane Mulholand, Nill Marcondes com a sua esposa a atriz uruguaia Maria Pose, Leo Maia, Aparecida Petrowsky, Banda Etna, Banda Granada, e os campeões do vôlei Marcelinho e Gustavo.

Hayo Cohen, proprietário da The Brand´s Company, gestora da marca Ecko Unlt. no Brasil está trabalhando na expansão das franquias Ecko Unltd por aqui.

As próximas serão nos shoppings Center Norte e Anália Franco, além de lojas em outros Estados.

terça-feira, 1 de junho de 2010

Gravadora lança 4ª caixa dos 40 anos de Caetano Veloso



Com acentuado e estratégico retardo, a Universal lança a quarta e última caixa comemorativa dos 40 anos de carreira discográfica de Caetano Veloso, que, com exceção do compacto com "Samba em Paz" e "Cavaleiro" (RCA, 1965), lançou todos os discos por essa gravadora, desde quando era Philips. O último lote de "Quarenta Anos Caetanos", com 11 CDs, cobre o período de 1995 a 2007, com álbuns "Livro", "Noites do Norte", "A Foreign Sound", "Eu Não Peço Desculpa" e "Cê".

Nesse tempo, Caetano, também fez cinco registros de shows - "Fina Estampa ao Vivo", "Prenda Minha", "Omaggio a Federico e Giulietta", "Noites do Norte ao Vivo" e "Cê ao Vivo". A diferença desses para outros do gênero, é que os roteiros de seus shows primam pela precisão e pela coerência e têm sempre boas surpresas em repertório, arranjos e interpretações. Diz o pesquisador Rodrigo Faour, autor dos textos do encarte, que "Prenda Minha" é o recorde de vendas da carreira de Caetano.

Raridades - Em relação a todos esses CDs - já gravados pelo processo digital, ao contrário dos outros da era do LP, remasterizados - não há novidades. Mas vale lembrar que os mais estimulantes são aqueles em que Caetano se associou a músicos e produtores da nova geração. "Eu Não Peço Desculpa" foi produzido por Kassin, e "Cê", com a coprodução de Moreno Veloso, tem a marca do trio Pedro Sá, Ricardo Dias Gomes e Marcello Callado, que continuou com ele em "Zii e Zie", de 2009, não incluído no pacote.

O chamariz da caixa, como das anteriores, é o CD extra, contendo raridades, algumas reais, outras pressupostas. Intitulada "Que De-Lindo" (versão de It?s De Lovely, de Cole Porter), a compilação abre com um dueto com Gal Costa em "A Luz de Tieta", samba-reggae do longa-metragem "Tieta", de Cacá Diegues, e tem outro tema feito para cinema, "Ó Paí, ó" (com Jauperi). Há também a rara "Machado de Xangô" e encontros com Margareth Menezes, Olodum, Alcione, Negra Li, Riachão, João Donato, Maria Bethânia e Flávio Venturini. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

A cantora Negra Li embala a segunda



Liliane de Carvalho, 30 anos, mais conhecida como Negra Li, sobe ao palco do Tom Jazz para única apresentação. Nascida na Vila Brasilândia (zona norte de SP), ela descobriu sua voz ainda pequena, cantando na igreja que frequentava com a mãe.

Nesta noite, Negra Li faz uma retrospectiva de seus principais sucessos. "A plateia será convidada a fazer um breve tour pela minha carreira, passando um pouquinho pelo hip-hop e pelas referências da minha adolescência, quando eu tentava imitar os vocais impecáveis de Lauryn Hill", conta ela, que relembrará hits como "Você Vai Estar na Minha".

A artista também prepara seu terceiro CD. "O disco reunirá os principais duetos da minha trajetória. E olha que a lista de parceiros é de peso: Caetano Veloso, Nando Reis, Skank, D'Black, Charlie Brown Jr e Pitty", enumera.

Negra Li Hoje, às 22h. No Tom Jazz (av. Angélica, 2.331, Higienópolis, tel. 0/xx/11 3255-0084). R$ 30. 18 anos.

por Thatiana Mendes do Agora.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Negra Li no Rey Castro SBC



Em 27 de maio, a banda Serial Funkers recebe a cantora Negra Li para agitar a noite Soul Sessions Live – quintas-feiras com o melhor do soul, r&b e disco funk –, do Rey Castro Latin Bar & Restaurant, em São Bernardo do Campo.

Dona de sucessos como “Você Vai Estar na Minha” e com dois CDs gravados – “Guerreiro, Guerreira”, ao lado do rapper Helião, e “Negra Livre”, solo –, a cantora Negra Li traz na bagagem profissional desde o hip-hop, da época do trio de rap RZO, o r&b, das referências da adolescência, quando ouvia e tentava imitar os vocais impecáveis de Lauryn Hill e Mary J. Blige, até a bossa nova – paixão adquirida na escola de música.

Na estrada desde 2006, a banda Serial Funkers foi criada com o intuito de retratar o soul e funk norte-americano, com referências como Michael Jackson e Stevie Wonder, mas logo inseriu o gingado brasileiro no repertório.

Entre clássicos como “Killing Me Softly” (The Fugees) e “Imunização Racional” (Tim Maia), o resultado é a parceria entre duas vozes poderosas e marcantes, com Régis Paulino e Negra Li, que também embala sucessos próprios como “Você Vai Estar na Minha”, em meio aos grooves contagiantes de Luciano Ribeiro (baixo), as batidas de Luguta Bellintani (bateria) e os solos de Menno Amaral (guitarra) e Raphael Dantop (teclados).

O Rey Castro Latin Bar & Restaurant, em São Bernardo do Campo, está localizado na avenida Antártico, 90, no bairro Jardim do Mar – próximo à avenida Kennedy e com acesso fácil pela rodovia Anchieta. O site: www.reycastro.com.br.

Data: 27.5.2010
Entrada: R$20 a R$55
Pagamento: cheque / todos os cartões
Estacionamento com manobrista: R$13
Horário do show: 23h30
Capacidade de público: 300 pessoas
Reservas: de segunda a sexta-feira até às 18h / sábado das 12h às 18h (reservas válidas até às 21h30)
Acesso para deficientes físicos
Área externa para fumantes

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Negra Li agitou a Virada Cultural Paulista








Com shows da cantora de Black Music Negra Li e do rock da banda Cachorro Grande, terminaram as atrações da Virada Cultural em São Bernardo, às 19h deste domingo (23/05), no Paço Municipal. De acordo com a assessoria de imprensa da Secretaria Estadual de Cultura, que organizou os eventos em parceria com a Prefeitura de São Bernardo, cerca de 1,5 milhão de pessoas passaram pelas apresentações nas 30 cidades em que foi realizada a Virada no Estado. O público total por município será apresentado pela Secretaria de Cultura nesta segunda-feira (24/05).

No começo da tarde, sem público grande, a cantora Negra Li mostrou, às 14h30, porque é conhecida como diva da black music, inclusive falou sobre o assunto ainda no ônibus da banda: "Fico lisonjeada com o título, que demonstra carinho".

Houve gente que chegou bem cedo para ver a cantora. Esse foi o caso da doméstica Maria José da Silva, de São Bernardo, que já estava próxima ao palco às 13h10. "Eu assisti a Negra Li na televisão e achei muito legal. Por isso, estou aqui debaixo de chuva. Quero vê-la pessoalmente", disse. Mas, pouco antes do show, não havia garoa. O sol apareceu e amenizou o frio.

A abertura do show no Paço ficou por conta do marido, o guitarrista Junior Dread, que também entoou a música Billie Jean, popularizada na voz de Michael Jackson. Espetáculo a parte foi o trabalho das bailarinas, que mostraram passos consagrados pelo Rei do Pop. A saideira foi o sucesso Você Vai Estar na Minha.


“É com muita emoção que me apresento em São Bernardo. Principalmente em show na Virada, que possibilita a todos participarem de eventos em um espaço aberto”, garantiu Negra Li após o show.

Esta é a terceira vez que São Bernardo recebe a Virada Cultural. Os shows e apresentações artísticas foram realizados das 18h de sábado até o final da tarde deste domingo. Ao todo, foram 33 apresentações. Também passaram pelo palco do Paço as bandas de Rock Raimundos e Necromancia. O evento também contou com peças teatrais e recitais no teatro Elis Regina.

“Ontem eu vim no Raimundos e agora estou curtindo a Negra Li. Quero encerrar bacana com Cachorro Grande. Acho que mais eventos assim, de graça, poderiam ser realizados no ABCD”, conta Renata Caldas, 17, enquanto assistia a shows de rap no Paço.

Na madrugada de domingo, a cantora Negra Li também contagiou o público com a sua apresentação na Praça Coronel Salles em São Carlos.

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Negra Li começa a rodar novo longa metragem

Negra Li prepara-se para estrelar o filme “O Poderoso Arco-Íris”, de Ayon Ayran, 57 anos, que começa a ser rodado na próxima semana.
Negra será Marlucia Christie, uma jornalista cuja vida se entrelaça com as demais da trama. O marido de Negra, Junior Dread, também está na fita. Ayon, que também é o roteirista, vai aproveitar a parada gay de junho, na Paulista, para fazer algumas imagens e ainda acrescenta que o filme não terá nada de sexo explícito.
Segundo ele, “O Poderoso Arco-Íris” vai misturar histórias de gays, lésbicas, héteros, simpatizantes, com direito até a serial killer homofóbico. De deixar Almodóvar arrepiado.
“Vai ter até humor em tudo isso”, promete Ayon, que quer o filme pronto até o final do ano.
Entre os 40 atores está Nina Dias, a dançarina de pole dance do programa “Solitários”, do SBT. Ela fará uma apresentadora de TV, Renata Fontes, que pega o marido na cama com… outro homem. Ou seja, nada do outro mundo, não é mesmo? Boa sorte !!!

domingo, 2 de maio de 2010

A Negra Li é Nossa !



A paulistana de jeito calmo e olhar sereno é fera quando se trata de passar a mensagem por meio do hip-hop. Compositora, cantora e atriz, ela vive agora um dos melhores papéis na vida: ser mãe.

Nascida na Vila Brasilândia, um dos bairros mais violentos da zona norte, Liliane de Carvalho galgou com cuidado os degraus que a levaram ao sucesso no hip-hop. Vem de menina o dom de traduzir em palavras o pensamento e a indignação, e tem o olhar cada vez mais vivo para o mundo que a cerca. Neste bate-papo com a REVISTA CIRCUITO, ela fala da maternidade, da referência materna e da música – sua paixão.

Como você descobriu a Granja Viana?
Negra Li – Na verdade, vim mudando de bairro até chegar à Granja. Sou da zona norte, da Vila Brasilândia e, em 2006, decidi morar sozinha. Vivi em um apartamento no Peri Peri e gostei da vizinhança. Depois, fui para uma casa no Butantã. Mas, quando fui procurar um lugar para comprar, descobri a Granja! Aqui tinha o valor que eu poderia pagar. Não teria condições de morar em uma casa como esta em São Paulo, seria muito mais caro. Além disso, aqui tenho qualidade de vida! Eu procurei sossego. Na casa onde eu morava, às vezes, dava até medo. De madrugada, pessoas passavam por lá com o som superalto para chamar a minha atenção, tocando música que eu cantava.

Era um assédio, então?
Negra Li – Era sim. As crianças passavam na rua e gritavam meu nome. Às vezes, eu estava ensaiando e eles queriam que eu fosse até o portão. Mas as crianças eram o de menos. O problema eram os grandões, de madrugada, chamando a minha atenção. Confesso que isso me dava um pouco de medo, atrapalhava meu sono... isso porque uma hora pode ser só brincadeira, mas noutra pode ser sério. Então, decidi que precisava de um lugar tranquilo.

E você encontrou aqui o que procurava? Você consegue curtir a Granja?
Negra Li – Aqui na Granja é bem mais tranquilo. Você fi ca conhecendo as pessoas, como o moço do coco, aonde vou às vezes comprar água de coco. Ou os frentistas do posto de gasolina, com quem a gente fez amizade. Vou ao mercado, ao centrinho da Granja, faço tudo.



E sua filha, Sofia, está com quantos meses?
Negra Li – Ela tem 7 meses. A Granja Viana foi o melhor lugar para tê-la. Ela é uma granjeirinha (risos). Vivo falando para ela:
“Olha, você tem de agradecer a Deus!” Sofia nasceu quando eu tinha 29 anos (ela completa 31 de setembro). Para você ter uma ideia, com essa idade minha mãe já estava na quinta gestação. Sou a mais nova de cinco filhos dela.

E como foi a maternidade para você? Você sempre quis ter filhos?
Negra Li – Eu sempre quis ser mãe, e esperei o momento certo. A Sofi a foi planejada. Não tirei um tempo da vida profi ssional para ficar com minha filha, mas as coisas foram se encaixando. Tudo foi acontecendo para que desse certo. Trabalhei muito quando ela era novinha. A partir de 2 meses, ela já viajava comigo de avião, com a permissão da médica. Ela liberou por achar superimportante que Sofi a fosse alimentada com o leite materno. Então eu a levo comigo para o show para amamentar. Até os 6 meses, foi só leite. A partir daí, comecei a introduzir a papinha.

Você esteve na Alemanha, há pouco tempo, para a estreia do filme Antonia (dirigido por Tata Amaral). Sua filha foi com você?
Negra Li – Ela e meu marido foram juntos. Tiramos o passaporte dela e a levamos. Quando ela voltou, por causa da mudança do tempo, pegou um vírus. Mas, graças a Deus, já está recuperada.

Você canta muito para ela?
Negra Li – Ah, claro! Em todos os momentos tem muita música. O pai dela, principalmente. A cada hora tem uma canção. Ele está sempre inventando, fazendo rima. Ela é, com certeza, uma fonte de inspiração.

Fale um pouco sobre sua trajetória. Você levou um tempo para gravar, mesmo recebendo convites, escolheu o que seria melhor. Você sempre foi assim, madura?
Negra Li – Nossa, madura até demais! Quando eu tinha 20 e poucos anos, uma gravadora queria me dar 200 mil reais para gravar. Eu tinha só 22, 23 anos. Que menina, nessa idade, não quer um dinheiro desses?! (risos). Quem iria falar não para uma coisa dessas? E eu disse não! Eu tinha a cabeça um pouco fechada. O movimento hip-hop tinha aquela coisa de revolta com o sistema, com tudo... com a política, com a diferença social. Então, nós somos mais carrancudos. Hoje em dia, menos até. O hip-hop no Brasil já fi cou um pouco mais forte, fala de amor, de outras coisas. Mas, de fato, quando eu entrei, em 1996, era muito sério, sempre falando de assuntos sérios: violência, dificuldades. A Xuxa me chamou para ir ao programa dela, o Planeta Xuxa, e eu recusei. Tinha medo do novo. Até então, eu só vivia naquele meio do rap, naqueles shows. E também tinha medo dos comentários das pessoas, do público do rap. Eles poderiam falar que eu estava vendida. Quando ela me chamou, era para ir com (a banda) Charlie Brown Jr. E pensei: “Poxa, vou lá cantar rock?” Eu estava com muito medo das críticas, do que iam pensar, falar. Acho que, nessa época, o “não” era mais pela ignorância de não saber exatamente o porquê de não aceitar. Mas agora não, de uns tempos para cá eu escolho realmente o que é melhor para mim.

De onde veio o apelido Negra Li?
Negra Li – No hip-hop é comum ter esse tipo de nome, como uma afirmação do negro. No Rio de Janeiro, por exemplo, tem a Nega Gizza. Então, como meu nome é Liliane, ficou Negra Li.




E quem são seus ídolos na vida e na música?
Negra Li – O pessoal fala que é clichê, mas o meu maior ídolo é minha mãe. Ela sempre foi uma pessoa que me inspirou muito. Ela sempre foi uma guerreira. Eu sempre a vi batalhando, nos alimentando, era ela que colocava dinheiro em casa. Meu pai, que faleceu em 99, era dono de um bar. Ele tinha um bar que ficava no quintal da nossa casa, na Vila Brasilândia. Mas quem botava a grana em casa, sustentava a família, era a minha mãe, a dona Neusa. Além dela, na música gosto muito do Bob Marley, uma referência muito bacana, pelas mensagens das canções. E da Lauryn Hill. Eu dei uma pesquisada, e parece que ela deu uma sumida. Ela se revoltou contra o sistema. No mundo da música a gente sabe que tem muita coisa, o dinheiro corrompe as pessoas. Quem está pela música, pela arte, pela mensagem que quer passar e acredita em Deus, acaba se revoltando mesmo com essas coisas. Eu ainda não tenho condições de me revoltar (risos). Eu ainda tenho de saber levar!

E como sua mãe vê sua carreira?
Negra Li – Ah, ela adora! Desde o início, ela é minha fã número 1. Minha mãe sempre gostou. Meu pai achava que não ia dar em nada...

Do que você se arrepende de não ter feito nesses anos de carreira?
Negra Li – A proposta da gravadora. Não pelo dinheiro... mas penso que, se tivesse feito, de repente teria mais discos lançados, uma história maior, um espaço melhor.

Como você define seu momento de carreira hoje?
Negra Li – Estou superamadurecida. Sou eu quem decide tudo, eu me sinto livre! Meu CD, Negra Livre, não foi à toa. Veio como título da música do Nando Reis, só que eu realmente me sinto livre. Não tenho mais aquele medo do que vão falar de mim! Livre é o jeito que me sinto hoje, satisfeita com minhas coisas. Fiz um contrato mais ou menos do jeito que eu quero, estou livre para fazer minhas coisas do jeito que eu quero, do jeito que eu gosto. Trabalho com quem eu quero e confio. Nesta época estou assim, dona do meu nariz!

E na vida pessoal, como define este momento?
Negra Li – Minha vida pessoal é um sonho, porque sempre quis construir uma família, e estou começando isso agora. É muito gostoso poder curtir minha fi lha, meu marido, ter minha casa... é muito gostoso, nos fins de semana, ir visitar a vovó, viver esse sonho que todo mundo quer. E como é sua rotina? Você consegue estabelecer horários? Negra Li – Consigo, ainda mais agora com a Sofi a! Aliás, o que não me falta é rotina. Bom, no meu trabalho é impossível ter rotina, mas na vida pessoal, sim. Por causa da minha fi lha, tudo mudou, tem horários. Quase não durmo direito por causa dos shows e, muitas vezes, chego de madrugada. Mas quando ela desperta, às 6 da manhã, e quer mamar, eu acordo para amamentá-la. Durante a semana conto com a ajuda de uma pessoa, mas nos fi ns de semana não. Acordo todos os dias com ela, desço e faço a papinha, para quando ela quiser almoçar já estar pronta. Sofia tem o horário certinho de almoçar, tem o dia da natação...

E você pensa em ter outros filhos?
Negra Li – Com certeza, pelo menos mais um! Eu penso em quanto adoro ter irmãos, e que minha filha também vai gostar.



Fale um pouquinho do seu marido, o Junior Dread. Como rola essa parceria?
Negra Li – É muito bacana, pois ele é músico também. A gente se ajuda para escrever música e nas opiniões sobre o trabalho um do outro. A gente sempre pede “ouve aí, ta legal?”. Ele canta nos meus shows, toca guitarra e violão.

Você tem, na família, outras pessoas ligadas à música?
Negra Li – O meu irmão Gilson é ligado ao samba. Ele é produtor, trabalha com cinema, propaganda e já chegou a fazer parte de um grupo que quase se tornou famoso (risos). Ele participou de uma competição musical e acabou indo para a final. A decisão ficou entre o grupo do meu irmão e o Katinguelê, que ganhou. Acho que o nome do grupo do Gilson era Caxambu. Mas meus irmãos me inspiraram. Um irmão que não tinha nada a ver com a música, mas era o único que tinha dinheiro para comprar CDs, foi quem levou para casa Racionais MC, por isso eu comecei a ouvir, graças ao meu irmão que não é da música, mas que trabalhava como office-boy e me trazia as novidades.

E como é o processo de composição das letras?
Negra Li – Depende da época. Comigo é assim: chega um período em que vem muita inspiração, escrevo muito, faço várias músicas. Começo com o refrão e depois sigo em frente. Depois chega uma época em que para, dá um tempo. E eu sou assim: se eu não gostar, vai ser jogado fora. Então, tudo o que escrevo eu uso, a não ser músicas que fiz quando tinha 12 anos. Componho desde muito nova. Na verdade, comecei com as redações na escola. Minhas redações eram muito elogiadas. E daí eu vi que tinha o dom de escrever letras. Eu faço uma coisa para gostar: vou rabiscando até chegar às palavras certas. Isso envolve muito trabalho. Música que vem com inspiração, nossa! Se eu pudesse, faria todos os dias! Tem uma música que eu canto que se chama Tão Bom pra Mim, que eu fiz na casa de uma amiga, que há pouco tempo faleceu. Olhando pela janelinha da casa dela, comecei a fazer toda a descrição... “Quando olho pro céu e vejo a imensidão do azul, me banho com a luz, eu sinto a brisa suave da manhã...”

E a Granja Viana, inspira você?
Negra Li – Já compus aqui, sim, mas não muito, pois faz pouco tempo que me mudei. Na última leva de composição que veio, ainda estava na outra casa.

Você tem noção da importância da sua imagem para as adolescentes negras do Brasil?
Negra Li – Eu não tinha. Na verdade, só fui ter noção desse peso quando alisei os cabelos. Muitas pessoas reclamaram. Foi aí que comecei a perceber. Eu não sabia que usar o cabelo black power, porque acho lindo, era tão importante. Eu não usava o cabelo black como forma de reafirmação, porque sou negra, e sim porque sempre achei bonito. Mas, quando eu quis mudar... quer dizer, na verdade, não foi nem porque eu queria mudar, foi um relaxamento que fiz e não deu muito certo (risos). Então o melhor foi alisar de vez. Foi aí que vi o peso e até entendi a revolta delas, porque não tem muitas cantoras assim, com cabelo natural. Comecei a ver e constatei que, realmente, são poucas. Beyoncé tem cabelo alisado, fulana tem cabelo liso...

O Brasil conhece pouco a periferia?
Negra Li – O Brasil conhece muito a periferia quando tem violência, assassinato e bandido. Ou só mostram uma coisa legal quando tem uma ação social e passam a imagem de coitadinhos. A periferia tem muito a ensinar, tem povo feliz e gente bonita.

Qual você considera que seja a maior lição que a periferia tem a ensinar?
Negra Li – Que dinheiro não traz felicidade! Você vê criança se banhando com mangueira, jogando futebol na subida, em rua cheia de pedra... elas sabem se divertir com aquilo.

Sua família ainda mora na Vila Brasilândia?
Negra Li – Ainda mora. Minha mãe ainda vive no mesmo lugar onde eu morava. Sempre vou lá. Brasilândia está na minha rota, já está salvo no GPS (risos).

O meio do rap e do hip-hop é machista?
Negra Li – Acho que não só o hiphop. O mundo é machista pra caramba! E vendo como são as coisas agora, acho que está melhorando. Minha mãe conta que meu pai não a ajudava em nada, não trocava as crianças... ele trabalhava fora. E hoje vejo meu marido fazer tudo. O trabalho dele também contribui, pois tem um tempo mais flexível, não tem aquilo de horário certinho todo dia.

E como foi sua experiência na televisão, ao fazer a minissérie Antonia.
Negra Li – Foi muito legal, uma das coisas que marcaram minha carreira! Sempre quis atuar, sempre gostei muito. E ter feito um seriado como protagonista, negra, foi muito bom. Eu achei que tinha várias coisas que iam contra (o sucesso da série), pois era na sexta-feira, 23 horas, ou seja, bem no horário em que as pessoas iam curtir a balada, após a semana de trabalho. Mas, mesmo assim, foi um sucesso! Conseguimos tornar o seriado superconhecido.

E como foi participar do lançamento do filme na Alemanha?
Negra Li – Foi muito bacana! Havia muitos brasileiros lá. Tinha gente que achava que existia mesmo o grupo, que aquilo tudo era verdade. Isso foi muito legal. Foi um trabalho que mexeu muito com a emoção. Fiz oficina de preparação de ator com o Sérgio Pena, que fez a gente buscar emoções novas. A gravação do filme durou quase um ano. Essa preparação de ator é uma coisa louca, tem horas que você não entende por que está empurrando parede, ou empurrando e pulando as pessoas. Mas você se solta, faz o que não costuma fazer... solta sua mente e a abre para uma coisa que tudo pode, algo bem de ator. Depois de Antonia, tive uma oportunidade de fazer uma participação no 400 contra 1 (filme de Caco Souza que conta a história do Comando Vermelho), que vai estrear no mês de agosto. Não vejo a hora! Estou supercuriosa, pois ainda não vi nada. Fiz uma coisa bem parecida com a Preta (de Antonia), minha personagem era bem serena, tranquila. Acho que levo muito de mim para o personagem.

Você tem religião?
Negra Li – Sou evangélica, mas não quero divulgar a igreja, não importa a placa. O que importa é o que está dentro. Sou evangélica desde criança. Minha mãe sempre foi religiosa. Tanto que fui aprender a ser vaidosa muito mais tarde. A gente aprende a ser vaidosa com a mãe, né? Desde pequena, a criança quer ver a maquiagem da mãe, os batons da mãe, essas coisas. Mas comigo foi bem diferente. Cresci com minha mãe de saia comprida, sem maquiagem. Ela é uma mulher superserena, que perdoa as pessoas, que acredita em Deus, que quer fazer o bem. Também me preocupo em levar a religião na prática.

E qual é o próximo projeto de Negra Li?
Negra Li – Vou fazer um filme independente chamado Poderoso Arco-Íris, no qual vou ser a protagonista, no papel de uma jornalista que investiga um serial killer homofóbico. O projeto é de Ayom Ayram. Farei aula de dublê, pois a academia Águias de Fogo também participa. O filme envolve ação, suspense, então vou ter uma preparação física enorme. Vai ter muita briga, muita ação. Eu faço exercícios físicos na Academia Fórmula. Não tenho nutricionista nem personal trainer, porque é muito caro! Mas tenho ótimos professores na academia. Voltei agora a fazer exercícios, estava afastada devido à gestação. Amamentar me fez perder muitos dos 18 quilos que ganhei na gravidez. Quase não tenho restrições alimentares, mas evito refrigerante. Não é uma coisa sofrida, não tomo porque dá gastrite, celulite. Mas não fico sofrendo com dietas, com nada. Os shows são muito cansativos e quase não dá para recuperar o fato de não dormir direito de madrugada.


fonte: Revista Circuito
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